terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Calico Joe



Editora: Rocco
Tradução:Antônio E. de Moura Filho
ISBN:978-85-325-2798-1
Páginas:224
Ano de lançamento: 2012
  

Ternos e togas dão lugar a camisetas e bonés no mais novo sucesso do mestre dos thrillers de tribunais. Em Calico Joe, John Grisham constrói um romance que vai muito além dos arremessos de beisebol. Ele se aproveita da paixão nacional dos americanos para contar uma história sobre pais e filhos, perdão e redenção. O título estreou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, mostrando que Grisham continua um contador de histórias imbatível, nos tribunais ou nos campos.

A trama começa no verão de 1973, quando o Cubs, time de Chicago, busca um novo jogador. O escolhido é um jovem promissor de Calico Rock, pequena cidade de Arkansas, Joe Castle. Com uma carreira em ascensão nas ligas menores, Joe rapidamente vira a sensação do beisebol norte-americano.

Quebrando todos os recordes possíveis para um novato, Castle se torna o novo ídolo e queridinho da América, inclusive do jovem Paul Tracey, filho de um veterano pitcher (arremessador) dos Mets, de Nova York.

De temperamento difícil, com uma carreira irregular e em queda, Warren Tracey fica ainda mais ressentido com a idolatria de seu filho por Joe Castle. Quando os Cubs vão a Nova York para jogar contra os Mets, toda a raiva e amargura vêm à tona. E um arremesso despropositado encerra uma das mais brilhantes carreiras do beisebol e muda a vida de todos para sempre.

John Grisham sempre sonhou em ser jogador de beisebol, e nunca escondeu isto de ninguém. Fã inveterado do esporte, ele o usou como pano de fundo de diversos de seus livros, como em O homem que fazia chover e A casa pintada. Em Calico Joe, no entanto, é o beisebol que move a história.

Pelos olhos de Paul Tracey, o autor leva seus leitores a uma emocionante viagem, acompanhando a carreira de Joe e de seu pai, e dos rumos que suas vidas tomam após o arremesso desmedido. Calico Joe é um John Grisham de primeira e o final surpreendente é uma prova disso. E quem não entende nada de beisebol não precisa se preocupar, o próprio autor escreve um posfácio onde decifra o jogo para o resto do mundo.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Fusão de Penguin e Random House cria editora de € 3 bi


Estadão

 Para enfrentar gigantes como Amazon, livros eletrônicos e uma verdadeira revolução no mercado, nasce a maior editora de livros do mundo. Nesta segunda-feira, a alemã Bertelsmann anunciou que sua editora, a Random House, e a Penguin Group, da empresa britânica Pearson, chegaram a um acordo de fusão. A nova empresa terá como meta realizar uma ofensiva sobre o mercado global. Brasil, Índia e China estão entre as prioridades do grupo.

Com um volume de negócios que chega a 3 bilhões e autores como Dan Brown, Toni Morrison, John Grisham e Patricia Cornwell em suas coleções, o acordo abre caminho ainda para uma consolidação no mercado de livros, justamente num momento de definição para muitas editoras. Só a Random House conta com 45 subeditoras, que colocam no mercado cerca de 200 livros por mês.

Segundo analistas, os tradicionais livreiros estariam enfrentando dois desafios paralelos. O primeiro é a quebra de dezenas de redes de livrarias, já que parte das vendas se transferiu para a internet.

O outro desafio é o fato de redes de vendas pela internet, como a gigante americana Amazon, terem acumulado amplos poderes para negociar margens, deixando editoras com uma participação menor nos lucros das vendas.

Pelo acordo, a Pearson - que também é dona do jornal britânico Financial Times - fica com 47% da nova empresa, enquanto a fatia restante de 53% fica com a Bertelsmann, empresa que já era uma das maiores do mundo, proprietária de tevês e, agora, dona de uma carteira de títulos que corresponde a 25% dos livros que se vendem no Reino Unido. O atual chefe da Random House, o alemão Markus Dohle, assumirá o cargo de CEO do novo grupo, que deixou claro que investidas na América Latina, China e India estão entre as prioridades.

Outra meta é a de entrar com força no mundo digital, hoje controlado por Google, Amazon e Apple, que redesenharam o mapa da indústria editorial no mundo e colocaram empresas centenárias em sérias dificuldades. A própria Pearson registrou um crescimento decepcionante de seus lucros nos primeiros nove meses do ano. "A união de esforços permitirá a publicação mais eficiente entre formatos tradicionais e novos formatos e redes de distribuição", declarou Thomas Rabe, CEO da Bertelsmann, numa referência à internet.

Com a fusão entre a Random House e a Penguin, o objetivo será colocar livros no mercado a custos mais baixos. Hoje, a Random House já é a maior editora do mundo e a Penguin ocupa a quarta posição.

Marjorie Scardino, CEO da Pearson, foi mais direta: segundo ela, a fusão "permitirá uma divisão dos custos e mais investimentos para tentar novos modelos nesse mundo excitante dos livros digitais e leitores digitais". Para John Makinson, presidente da Penguin, o mundo editorial vive "dias de transformação". "A parceria vai posicionar a Penguin Random House na vanguarda dessa mudança", prometeu.

Murdoch

A fusão foi anunciada depois que jornais ingleses relataram, no fim de semana, que a News Corp., que controla a editora HarperCollins, teria oferecido um acordo para comprar a Pearson. O acordo com a empresa alemã, portanto, seria um resposta à oferta do bilionário Rupert Murdoch, controlador da News Corp. A nova editora só ganhará vida no segundo semestre de 2013, depois da aprovação de agências regulatórias.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

John Grisham fala de seu mais novo thriller jurídico

Um dos escritores mais prolíficos de nosso tempo conversou hoje com Matt Lauer (Today - MSNBC) sobre seu novo livro - seu trigésimo - um thriller cheio de ação chamado "The Racketeer".


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Transcrição

>>> john grisham made his first appearance on the "today" show back in 1919 for his second novel "the firm." 21 years later he's become one of the most successful authors of his generation. now his 30th back, an action-packed thriller called "the racketier." welcome back.

>> looked so young. 21 years ago.

>> everyone looked young back then. 30th book, and this is the first time that your main character in a book is an african-american, so i say congratulations, or what took you so long?

>> what took so long, i guess.

>> how was it writing this?

>> i didn't think of him as being black or white. he's a character, a lawyer in trouble, a lawyer in prison. it was a little bit of a challenge, you know, because it was a lot different, but once i got into the story and the plot it was a pretty easy story to tell.

>> when we first meet malcolm bannister he's in prison.

>> right, right.

>> serving a ten-year term, white collar crime. throughout the entire thing he said i shouldn't be here. don't belong here. this is a theme you like to dig your teeth into, the guys who either shouldn't be in prison for legal reasons or the priorities being screwed up in our legal system.

>> well, we have far too many people in prison, non-violent people who shouldn't be there. we have the highest incarceration rate in the civilized world. no one else is even close, and it costs 40,000 a year to incars rate an inmate, and 8,000 bucks a year to educate a kid. we've lost all sense of perspective when it comes to incarceration. i'm not talking about violent criminals. they belong and get what they deserve, but we have a lot of non-violent people in prison that shouldn't be there.

>> this story snowballs and really starts to gain momentum when a federal judge is killed.

>> yeah.

>> here's your main character malcolm, and he uses something called rule 35 that a lot of people haven't heard of. tell me about rule 35.

>> every federal inmate knows about rule 35. if you are in prison and can help the authorities solve a crime that they really want to solve, you know something from the outside, can you basically cut a deal.

>> it's a get out of free card.

>> get out of jail free. you may have to go back and testify against this person, drug cases, mob cases, stuff like that, but if you can solve a high-profile crime from inside a prison you can get out.

>> to get to know white collar crime a little better, you studied it, as you do for all your books. you went to prison and actually interviewed some lawyers who were serving time. what was the experience like? what did you learn from those conversations in.

>> well, i've done that with several books. this time i real he to go back and do the research and talk to some guys in prison. well, first of all, just the nature of prison, daily life, how you survive, how you, you know, you take a very powerful rich lawyer and you put him in prison for six, seven years, whatever. that's -- that's some pretty rich material. you talk to the guy about what it's like to lose everything and be incarcerated, you know, you're ostracized and lose your license to practice law.

>> no control over your own destiny myomore.

>> very little, and these guys are broken men, obviously. they are in prison. it's fascinating research.

>> 30 books. how do you keep reinventing the wheel or do you even try?

>> read the headlines. it's given to me every day. i mean, we -- we have so many great cases in this country. we have such a fascination with the law, lawsuits, trials, there's always another story.

>> you're as big a consumer as you are an author?

>> sure. i'm always looking.

>> let me do this. when you come on the website lights up, people always have questions for you, and some of these you've heard and have probably answered before. let me get into a couple. this is from roamsy in salem, oregon. i'm sure you get this a lot. do you ever plan to write any sequels to your books?

>> i've never planned on it until now, and i'm giving serious thought to writing a sequel to "a time to kill."

>> why now?

>> well, because it lends itself to a sequel. can you go back and visit jake, our hero in "a time to kill" and tell all the stories from small time mississippi. that was the life i lived for ten years, and i'm very familiar with it. over the years i've been waiting for the great story, some other trial jake could have, a couple years after the trial in "a time to kill."

>> have you come across it in.

>> finally got the story.

>> by the way the rumor is that story is also coming to broadway, true or false?

>> it's true.

>> when is that happening?

>> casting "a time to kill" now and plan to open on broadway, plan to, in 2013.

>> all right. this one is another one. this is from andover, massachusetts, gary says out of all of your books which one is your personal favorite, and what's your all-time favorite book by a different author?

>> i'm partial to my first book, " time to kill" because it -- it's very personal. it's become the most popular of all books. books by other people, i don't know. there's so many i like. i go back to the "grapes of wrath" by john steinbeck is a book i still read periodically. read it in high school. i'm not saying it inspired me to write, but i remember thinking i sure wish i could write as clearly as john steinbeck. i love the story.

>> well, you've put out some amazing material. 30 books. this one is called "the racketier."

>> stephen king has written 48. trying to catch him.

>> don't be jealous.

>> so far ahead of me.

>> you're doing well.

>> my pleasure.

>> and the book again is "the racketeer." out today.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

The Racketeer é destaque no The New York Times


The Ex-Lawyer (Disbarred) as a Good Guy
‘The Racketeer,’ by John Grisham

By Janet Maslin | The New York Times

At one of many moments in John Grisham’s new novel that find Malcolm Bannister, its main character, taunting federal investigators, he announces: “There is simply no section of your vast federal code that you can possibly use against me.” Mr. Grisham more typically writes about victims or escapees from the law, not about anyone with the nerve to flout authority this brazenly.



The Racketeer
By John Grisham
343 pages. Doubleday. $28.95.

But “The Racketeer” is an unusual book for Mr. Grisham. Unlike many of his others, it has no soapbox to stand on and is not out to teach lessons about justice. This book is much more duplicitous than that. In its early stages it does follow the familiar Grisham template, in which a lawyer finds himself unexpectedly in legal trouble. But then it breaks out into the exhilarating tale of how Mal, a disbarred attorney, now a savvy, self-taught legal scholar, leads his pursuers on a long, winding chase.

Mal begins the book as a convict, an ex-Marine and former lawyer who got caught up in racketeering charges related to a crooked influence peddler nicknamed Barry the Backhander. The involvement of Mal’s tiny law firm in executing one of Barry’s real-estate transactions brought Mal a 10-year federal sentence for RICO violations he never knowingly committed. Mal’s wider story also involves a coerced confession, which will prove very helpful later. And Mal happens to be black. That fact seems to have nothing to do with the book until Mr. Grisham makes shrewd use of race later on.

The Grisham backlist is so long that Mr. Grisham has already written nonfiction about an innocent man (“The Innocent Man”) and a novel centered on a questionable confession (“The Confession,” featuring a Texas governor with a wicked resemblance to Rick Perry). So “The Racketeer” just sounds like more of the same. But this is not a story about a triumph or a miscarriage of courtroom justice. It’s the more devious, surprising story of a smart man who gets even smarter once he spends five years honing his skills as a jailhouse lawyer — and then expertly concocts an ingenious revenge scheme.

Like any Grisham book not involving baseball, “The Racketeer” has a plot built around a particular legal principle. In this case it’s a loophole called Rule 35. As part of the Federal Rules of Criminal Procedure, Rule 35 allows for the reduction of a sentence if a defendant provides “substantial assistance in investigating or prosecuting another person.” Enter Raymond Fawcett, a federal judge who is murdered at his isolated weekend home. Also at the crime scene: the judge’s secretary, also murdered, and the judge’s empty safe, which is big enough to have contained contraband of some kind.

Early in “The Racketeer” Mal comes forward with what he says is important information about the judge’s killing. He claims to know the identity and motive of the killer or killers. And he will talk. All he wants in exchange: being let out of prison, placed in the Witness Security Program, given a surgically altered face and new identity and then set free to do whatever he likes with the rest of his life.

Mr. Grisham writes with rekindled vigor here. Perhaps that’s because he hasn’t mired this book in excessive research. As he points out in an afterword, he has made it all up: almost nothing in “The Racketeer” is based on fact and “accuracy was not deemed crucial.” Yet even though he dismisses himself as being among “the laziest of writers,” this author is no slacker. He has simply abandoned the legwork and gone back to what he does best, storytelling rather than crusading. (His own experience does seem to inform some of the novel’s vital plot points, particularly in regard to the lax security regulations for travel by private jet.)

For some writers Mal’s Rule 35 scheme might work as a book’s denouement. But for Mr. Grisham it’s just the jumping-off point for a long chase. He strategically keeps Mal’s trickery a few steps ahead of the story, so that we don’t know why he does things until after they have started to happen. And although this is a tough plot to describe without spoilers, Mal’s masquerading as an independent documentary filmmaker, becomes one of the book’s most enjoyable aspects.

Almost in passing, “The Racketeer” illustrates varied ways to circumvent the F.B.I., to violate financial regulations and to prove that crime just might pay. But the book is too cheerful to invite any tsk-tsking about what Mal gets away with. Mr. Grisham packs just enough unfairness into the original prosecution of Mal to justify anything he does afterward, even when he’s conning government agents. “Just act like a lawyer,” one such agent instructs Mal, as the two of them prepare to make a jailhouse visit.

“If he only knew,” Mal thinks.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

The Racketeer, O Gângster

The Racketeer [O Gângster] será lançado em 23 de outubro de 2012 nos Estados Unidos




Capa alternativa






domingo, 30 de setembro de 2012

Drama baseado no livro escrito por John Grisham



por Redação Cinema em Cena  

A roteirista Ann Peacock está envolvida em mais uma adaptação de livros para o cinema. Peacock, que colaborou em As Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa e Noites de Tormenta, foi contratada para adaptar a obra O Sócio, do famoso escritor John Grisham, segundo o The Hollywood Reporter.

O longa segue um advogado desiludido que rouba US$ 90 milhões da firma em que trabalha, forja a própria morte e foge para o Brasil, onde começa a viver com a amante. Entretanto, os planos do protagonista são ameaçados quando surge uma denúncia de assassinato.

Grisham é o responsável pelas obras que deram origem aos filmes A Firma, Dossiê Pelicano, Tempo de Matar, entre outros. A adaptação de O Inocente está a caminho.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

The Racketeer, o novo livro de John Grisham



O título The Racketeer [O Gângster] será lançado em 23 de outubro de 2012 nos Estados Unidos, e já estão em pré-venda por lá.

Dada a importância do que fazem, e as controvérsias que os cercam muitas vezes, e as pessoas violentas que às vezes enfrentam, é notável que, na história deste país apenas quatro juízes federais foram assassinados.

O Juiz Raymond Fogletree tornou-se apenas o número cinco.

Seu corpo foi encontrado no porão de uma cabana à beira do lago que ele mesmo construiu e freqüentemente usava nos fins de semana. Quando ele não apareceu para um teste na manhã de segunda-feira, seus funcionários entraram em pânico, chamaram o FBI, e no devido tempo, os agentes encontraram a cena do crime. Não houve arrombamento, não houve luta, apenas dois corpos mortos - Juiz Fogletree e sua jovem secretária.

Eu não conhecia o juiz Fogletree, mas eu sei quem o matou e por quê.

Eu sou advogado, e estou na prisão.

Está é uma longa história.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Em Portugal Bertrand edita livro de John Grisham




«Representa o mestre do thriller judicial em sua melhor fase», escreveu a Press Association sobre «Os Litigantes», de John Grisham, editado pela Bertrand.


«Os dois sócios da firma de advogados Finley & Figg, especializados em casos de divórcio e de condução sob o efeito do álcool, mais pareciam um velho casal. Mas eis que a mudança chega. David Zinc, um advogado jovem, abandona a carreira numa elegante firma do centro, embebeda-se e vai literalmente parar à porta da Finley & Figg.


Agora com um novo membro, a F&F está pronta para pegar um grande caso, que os pode tornar ricos sem que tenham de trabalhar muito. O Krayoxx, um medicamento popular para reduzir o colesterol em doentes obesos, produzido por um gigante da indústria farmacêutica, está sob fogo cruzado depois de vários casos de ataques cardíacos associados ao tratamento. 


A única coisa que a Finley & Figg tem de fazer é encontrar meia dúzia de pessoas que tenham tido ataques cardíacos enquanto tomavam Krayoxx, convencê-las a tornarem-se seus clientes e preparar-se para a fama e a fortuna. Com um pouco de sorte, nem sequer terão de ir a tribunal!


Parece bom de mais para ser verdade.


Fonte: Diário Digital

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Os Litigantes


Editora: Rocco
Tradução: Maira Parula
ISBN: 978-85-325-2759-2
Formato: 14x19
Páginas: 448

Ano de lançamento: 2012


Bestseller mundial com mais de 250 milhões de exemplares vendidos, John Grisham mira na indústria farmacêutica no lançamento Os litigantes. Suspense, reviravoltas e as clássicas cenas de tribunal ditam o ritmo do thriller, que surpreende ainda pelo inusitado toque de humor. A trama gira em torno do jovem David Zinc que, decepcionado com seu trabalho numa firma de renome, resolve se juntar à desacreditada Finley & Figg, onde assume um processo que trará consequências inesperadas, não só para a imagem da empresa, mas para a vida de muita gente. O livro alcançou o topo do ranking do The New York Times e foi considerado um dos melhores do autor nos últimos anos pela revista People.

"Um dos melhores thrillers de Grisham em anos" People

Trailer


terça-feira, 5 de junho de 2012

Chris Columbus pode adaptar "Calico Joe", de John Grisham, para o cinema


Chris Columbus dirigiu os primeiros dois "Harry Potter"

John Grisham já foi uma das maiores febres de Hollywood, mas andava meio sumido das telonas. Depois do enorme sucesso que as adaptações de seus livros fizeram - entre elas "A Firma", "Dossiê Pelicano" e "Tempo de Matar" -, novamente um renomado diretor se interessou por sua obra. Trata-se de Chris Columbus, diretor de "Percy Jackson" e dos primeiros filmes da série "Harry Potter", que se interessou por "Calico Joe", um dos livros mais vendidos do mercado editorial americano.

Columbus já adquiriu os direitos e começa a escrever um roteiro baseado na história. Lançada neste ano, a obra acompanha um drama do beisebol. O protagonista, o próprio Calico Joe, se torna um fenômeno do esporte em pouco tempo. Um de seus maiores fãs é um jovem filho de um experiente ex-treinador, e quando o veterano e a estrela se encontram suas vidas mudam para sempre.

"Quando eu terminar essa bonita e profunda história, imediatamente começarei a filmar o longa. Eu sei que tenho que escrever e dirigir `Calico Joe`. A história trata de temas universais como tragédia e redenção, e tem o potencial para se tornar um clássico", disse Columbus ao site Deadline.


Fonte: POP
Nenhum nome foi confirmado no elenco.

terça-feira, 22 de maio de 2012

John Grisham na lista das 100 celebridades mais poderosas da revista Forbes

John Grisham apareceu na 82ª posição da lista das 100 celebridades mais poderosas do mundo segundo a revista Forbes


Profissão: Autor
Idade: 57
Residência: Oxford, MS
País de Cidadania: Estados Unidos
Estado Civil: Casado
Filhos: 2


The Litigators, o 25º livro de Grisham, foi o livro de capa dura mais vendido nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de cópias vendidas. Thrillers jurídicos são sua especialidade, mas Grisham também é apaixonado por beisebol. Esse foi o tema de seu livro mais recente, Calico Joe, que estreou na primeira posição dos mais vendidos do The New York Times em abril. Grisham também tem um série dedicada aos jovens, Theodore Boone.


Adaptado de Forbes

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Adaptação do livro escrito por John Grisham


Capa da edição americana do livro eletrônico

por Redação Cinema em Cena

 A Phoenix Pictures está desenvolvendo a adaptação do best-seller Jogando Por Pizza, escrito por John Grisham. O autor é responsável pelos livros que deram origem aos dramas A Firma, O Cliente e Tempo de Matar.

A obra é centrada em um fracassado jogador de futebol americano que muda de vida quando passa a morar na Itália. Lá ele trabalha em um time semi-profissional em Parma.

De acordo com o The Hollywood Reporter, um roteirista está sendo procurado para trabalhar no projeto.

terça-feira, 15 de maio de 2012

John Grisham visita escola primária


Autor John Grisham presta atenção a uma pergunta de um estudante da escola A. B. Combs Elementary School nesta terça-feira, dia 15 de maio de 2012. 


Grisham visitou escola, onde sua filha Shea Grisham leciona, para falar aos estudantes sobre seu mais novo livro infantil, Theodore Boone: o acusado.


 Durante a sessão, o autor também respondeu a perguntas dos alunos sobre o seu trabalho.


John Grisham, um ex-advogado de Mississippi, escreveu "A Firma", "O Dossiê Pelicano" e "Tempo de Matar", entre muitos outros romances best-sellers, dos quais nove títulos foram transformadas em filmes.


Fonte: News Observer

terça-feira, 24 de abril de 2012

Calico Joe é o mais vendido da América

O livro mais recente de John Grisham, Calico Joe, já é o livro mais vendido nos Estados Unidos, confira abaixo a posição na lista dos best sellers americanos:


 1º Lugar na lista de Ficção do New York Times


1º Lugar na lista de Ficção da Publishers Weekly


1º Lugar na lista de Ficção do Washington Post


3º Lugar na lista de Ficção do Wall Street Journal


6º Lugar na lista de Ficção do USA Today


Capa do livro lançado na Austrália

terça-feira, 17 de abril de 2012

The Firm traz tensão e perseguição em episódio inédito

O AXN exibe episódio inédito de The Firm na terça-feira, dia 17 de abril, às 21h.


Visto Livre


O AXN exibe episódio inédito da sua primeira série original, The Firm. O capítulo será exibido na terça-feira, dia 17 de abril, às 21h. A série é baseada no bestseller de John Grisham “A Firma”, a versão para a TV por assinatura foi adaptada pelo escritor Lukas Reiter.


The Firm foi filmada em locações no Canadá, e o projeto para TV por assinatura retoma a história dez anos após o advogado baleado, Mitch McDeere, ter acabado com um escritório de advocacia prestigiado de Menphis que era, na verdade, fachada para a máfia de Chicago. Mitch e sua família saem do isolamento depois de dez anos no Programa Federal de Proteção à Testemunha. Decididos a recuperar suas vidas e seu futuro, os McDeeres logo descobrem que os perigos passados ainda estão à espreita e novas ameaças surgem em toda parte. Dez anos após ter ajudado a colocar um chefe da máfia atrás das grades e entrar no Programa de Proteção a Testemunhas com sua família, Mitch McDeere está de volta com a abertura de um escritório de advocacia com seu irmão ex-presidiário, o investigador Ray e sua secretária Tammy Hemphill.


No episódio três, Mitch assume um cliente da Kinross and Clark. Na presença de seu pai, o cliente afirma que sua namorada saiu com o carro, e depois diz a Mitch que ele acidentalmente a atropelou. Enquanto Mitch trabalha para fazer as coisas sem violar sua ética, outro homem entra em uma delegacia de polícia e confessa não somente o assassinato de Amy, mas vários outros também. Enquanto isso, Claire vê uma garota popular colando e precisa escolher entre contar à sua mãe, à professora, ou ficar bem na foto com a garota.


O elenco está repleto de estrelas e conta com Josh Lucas (“O Poder e a Lei”) como Mitch McDeere, Juliette Lewis (“Cabo do Medo”) como a recepcionista Tammy Hemphill, Molly Parker (“A Estrada”) como Abby McDeere, a esposa de Mitch e Callum Keith Rennie (Battlestar Galactica) como o irmão de Mitch, Ray McDeere.


O AXN oferecerá duas opções de áudio para esta nova série, para que todos os assinantes possam escolher a melhor forma de assistir The Firm. Episódios inéditos, exibidos nas terças-feiras, e replays de final de semana serão exibidos dublados. Os replays de quarta-feira serão exibidos legendados.


O AXN exibe episódio inédito de The Firm na terça-feira, dia 17 de abril, às 21h.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O Negociador: adaptação de John Grisham tem diretor e quer Andrew Garfield



Garfield se daria bem neste filme


The Associate”, livro de John Grisham, autor dos livros que geraram “A Firma”, “O Júri”, “O Dossiê Pelicano” entre tantos outros, está ganhando uma adaptação. O projeto já está em desenvolvimento há alguns anos, mas só agora está saindo do papel com a entrada de Adrian Lyne, de “Atração Fatal”, para ser o diretor.


No passado, Shia LaBeouf seria o jovem prestes a se formar em direito em Yale que consegue um grande emprego em uma firma de advogados. Lá ele recebe uma informação privilegiada que pode render bilhões. Como LaBeouf não passa por jovem já tem um tempo, o papel pode acabar chegando nas mãos de Andrew Garfield, que está, atualmente, trabalhando como o novo “Homem-Aranha”.


Ainda não há cronograma definido.


Pop

quinta-feira, 12 de abril de 2012

John Grisham fala sobre seu novo livro, "Calico Joe"




O autor Best-seller John Grisham fala aos co-afitriões do "CBS This Morning" sobre o seu mais recente romance, "Calico Joe", romance sobre um jogador de beisebol.


Fonte: CBS

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O Sócio





John Grisham é um mestre da literatura de entretenimento atual. Seus livros são best sellers imbatíveis e ganham versões imediatas para as telas de cinema, sempre com as maiores estrelas e melhores bilheterias. Grisham firmou-se como o grande autor de "legal thrillers". Ele concentra suas histórias de suspense no mundo jurídico, sempre ambientadas na região sulista dos Estados Unidos.


Apesar de seu trabalho como advogado ter lhe dado base para criar seus livros, o autor diz que o maior prazer que teve foi sair do mundo da advocacia - segundo ele um sonho comum entre profissionais do meio. Em seu oitavo romance, O sócio, Grisham conta justamente a história de um advogado bem-sucedido que resolve deixar tudo para trás, levando consigo apenas US$ 90 milhões da firma em que trabalhava.


O protagonista, Patrick Lanigan, não tem o desejo de justiça nem a vaidade profissional dos outros advogados criados pelo autor. Sem dramas morais ele desvia o dinheiro, simula sua morte, assiste ao próprio enterro e foge para o Brasil, onde conhece a advogada Eva Miranda - sua cúmplice e amante. Lanigan, porém, é encontrado por detetives em Ponta Porã (Mato Grosso do Sul), quase na fronteira com o Paraguai, e submetido a longas sessões de tortura para revelar onde está o dinheiro. Nem sob choque ele confessa, a advogada brasileira se encarrega de movimentar o dinheiro operando transferências internacionais sem deixar rastros.


Enquanto isso, ela aciona o FBI, que se apodera de Lanigan e leva-o de volta para os Estados Unidos. O resultado é uma saraivada de processos contra Lanigan e de Lanigan contra o FBI. O advogado usa todos os artifícios da justiça contra o próprio sistema. "Eu queria mostrar que, com muito dinheiro, você pode realmente manipular o sistema e se livrar de qualquer encrenca", declarou o autor. Todos esses elementos capturam a atenção do leitor, exibindo a sofisticada engrenagem de truques jurídicos do universo dos ladrões de colarinho- branco.


PERFIL
John Grisham nasceu em 8 de fevereiro de 1955, em Jonesboro, estado do Arkansas. Ele se formou em Contabilidade pela Universidade do Mississippi e em Direito pela Ole Mississippi Law School em 1981. Seu sonho de tornar-se um jogador profissio-nal de beisebol foi substituído pelo trabalho como advogado e como político (foi representante democrata na Assembléia Legislativa do Mississippi por sete anos).


Grisham começou a escrever seu primeiro livro, Tempo de matar, em 1984. Ele levou três anos, acordando todos os dias às 5 da manhã, para concluir o trabalho. Depois de várias recusas, o livro foi publicado em 1988. O livro seguinte, A firma, só conseguiu ser negociado quando a Paramount ofereceu US$ 600 mil pelos direitos de filmagem, dando início à carreira de sucesso internacional do autor.


Todos os livros a seguir (O dossiê Pelicano, O cliente, A câmara de gás, O homem que fazia chover e O Júri) foram best-sellers, adaptados para o cinema. Recentemente Grisham escreveu seu primeiro roteiro original, Até que a morte nos separe, em fase de produção, assinada por Robert Altman. O elenco conta com Kenneth Branagh, Daryl Hannah, Robert Downey Jr. e Robert Duvall.


Para escrever O sócio, Grisham usou sua experiência de viagens ao Brasil, acompanhando uma missão assistencial da Igreja Batista. Na composição da personagem Eva Miranda, Grisham contou com a consultoria da advogada carioca Daniela de Avelez Demoro, 27 anos. Daniela trabalha em um tradicional escritório de advocacia do Rio de Janeiro e atua na área de Direito Comercial. "Ele veio com o personagem preparado, mas faltavam dados técnicos sobre o funcionamento da Justiça no Brasil e sobre as regras do mercado financeiro brasileiro para a transferência de valores. Além disso, ele precisava saber sobre a rotina, os horários e a escalada profissional das advogadas brasileiras", comenta Daniela, responsável também pela revisão técnica da edição brasileira.


Grisham vive com sua família no Mississippi, onde leva uma vida pacata - raramente é visto em festividades e não gosta de dar entrevistas. Sua maior diversão é ser técnico de um time local de beisebol.


Fonte: Editoras.com







O Sócio | Mark Wahlberg vai estrelar adaptação do livro de John Grisham

John Lee Hancock não será mais o diretor


Natália Bridi | Omelete


Mark Wahlberg


Mark Wahlberg está em negociações para estrelar The Partner, adaptação ao cinema do bestseller de John Grisham. As informações são da Variety.


Publicado em 2005, o livro conta a história de Patrick Lanigan, um jovem sócio de uma firma de advocacia com uma esposa e uma filha recém-nascida. Desiludido com sua vida, ele resolve forjar a própria morte em um acidente de carro, deixando apenas cinzas como prova e levando US$ 90 milhões da sua empresa. No Brasil, o livro foi publicado pela Rocco como O Sócio.


Em fevereiro, John Lee Hancock (Um Sonho Possível) foi anunciado como diretor e roteirista da adaptação, mas parece que ele não está mais envolvido. Ainda não há informação sobre quando começam as filmagens do projeto da New Regency (responsável por outras adaptações da obra de Grisham, como Tempo de Matar, O Cliente e O Júri).

Canal AXN promove sorteios e concursos culturais

No Brasil, a série estreou no AXN terça-feira, dia 10 de abril (foto: Divulgação)


Bem Paraná 


“The Firm” é a primeira série original encomendada pelas emissoras da Sony Pictures Television. No Brasil, a série estreou no AXN terça-feira, dia 10 de abril. Os produtores executivos da série são John Grisham, Lukas Reiter, John Morayniss (Haven, Hung), Michael Rosenberg (Hung, The Riches) e Noreen Halpern (Rookie Blue, Call Me Fitz). Para comemorar a estreia, o canal oferecerá aos assinantes prêmios e promoverá concurso cultural da série!


Os sorteios ocorrem em parceria com o blog Ligado em Série, que presenteará dois kits da série, nesta quarta-feira, dia 11 de abril. Cada kit contém 1 roteiro original do episódio piloto de The Firm autografado pelos produtores da série e 1 livro best seller de John Grisham “A Firma”, edição especial da série. Para concorrer basta entrar no twitter do canal @AXN_BR e retuitar a seguinte frase: “Quero o kit The Firm com roteiro autografado e livro, oferecido pelo @AXN_BR e sorteado pelo @ligadoemserie! http://kingo.to/13vJ”.


O concurso cultural acontece com exclusividade na fanpage do ANX no facebook, http://on.fb.me/TheFirmAXN, e elegerá as dez melhores legendas para a foto de The Firm onde Mitch McDeere abraça sua filha Claire McDeere. Os dez vencedores ganharão 1 livro edição especial “A Firma” escrito por John Grisham. O resultado do concurso cultural ocorre na próxima terça-feira, dia 17 de abril, a partir das 16h.

terça-feira, 10 de abril de 2012

John Grisham "rebate para fora" em conto sobre moralidade no baseball



É o que diz o título da crítica do jornal americano USA Today de hoje sobre o novo livro de John Grisham, confiram:


Avaliação: 3 estrelas


John Grisham tosses out a baseball morality tale


By Bob Minzesheimer, USA TODAY


In baseball, as in other forms of life, reality inspires fiction.


In 1949, the Philadelphia Phillies' All-Star first baseman, Eddie Waitkus, was shot and seriously injured by an obsessed female fan. That inspired Bernard Malamud to write his 1952 classic novel, The Natural.


In 1920, the Cleveland Indians' Ray Chapman became the only professional player killed by a pitch, thrown by the New York Yankees' Carl Mays.


John Grisham, master of the legal thriller and a lifelong baseball fan, writes that Chapman's death triggered his imagination: "What if a pitcher intentionally hit a batter, a young star? What if both careers were ruined?"


That's the grown-up morality tale he weaves in his novel Calico Joe. It's about a near-fatal beanball thrown in 1973 and its aftermath 30 years later. It's not in the same literary league as The Natural, but it's an enjoyable, heartwarming read that's not just for baseball fans.


It's mostly narrated by Paul Tracey, who's 11 in 1973. He loves baseball and detests his dad, a mediocre pitcher for the New York Mets who's a philandering, wife-beating drunk. Warren Tracy yells at his son, a pitcher, to "knock down" an opposing batter — in Little League!
Warren Tracey is remembered for one pitch, thrown at Castle's head. At the time, after just 38 games, Castle had 21 home runs and a batting average of .488 — numbers that would stay frozen forever.


Thirty years later, Tracey is dying of cancer. His son, who has abandoned all interest in baseball, tracks down the reclusive Castle to arrange a meeting with the man who ended Castle's career.


In baseball terms, Calico Joe is no World Series thriller decided in the last at-bat. It's more like a pleasant, midseason afternoon at the ballpark when the home team creeps back in the game and wins 4-2.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Theodore Boone: O Acusado



O lançamento do terceiro livro da série para jovens, "Theodore Boone", será lançado em 15 de maio nos Estados Unidos, com uma tiragem inicial de 1 milhão de cópias. Já está em pré-venda na Amazon


O julgamento de um suspeito de assassinato é notícia na primeira página dos jornais, mas Theo, que espera ser um advogado como seus pais, está em apuros. Ele foi acusado de um roubo e tem que lutar para limpar seu nome.


Por aqui a Editora Roco já lançou os dois anteriores "Aprendiz de advogado" e "O sequestro" que figuraram na lista dos mais vendidos do The New York Times.


Leia abaixo o primeiro capítulo de 'Theodore Boone: The Accused' em inglês:


The accused was a wealthy man by the name of Pete Duffy, and his alleged crime was murder. According to the police and the prosecutors, Mr. Duffy strangled his lovely wife in their attractive home on the sixth fairway of a golf course where he, the accused, was playing golf that day, alone. If convicted, he would spend the rest of his life in prison. If acquitted, he would walk out of the courtroom a free man. As things turned out, the jury did not find him guilty, or not guilty.
This was his second trial. Four months earlier, the first trial had ended suddenly when Judge Henry Gantry decided it would be unfair to continue. He declared a mistrial and sent everyone home, including Pete Duffy, who remained free on bond. In most murder cases, the accused cannot afford to post a bond and stay out of jail while waiting on a trial. But because Mr. Duffy had money and good lawyers, he had been free as a bird since the police found his wife's body and the State accused him of killing her. He had been seen around town—dining in his favorite restaurants, watching basketball games at Stratten College, attending church (with greater frequency), and, of course, playing lots of golf. As he waited on his first trial, he seemed unconcerned with the prospect of a trial and the possibility of prison. Now, though, facing his second trial, and with a new eyewitness ready to be used by the prosecution, Pete Duffy was rumored to be very worried.
The new eyewitness was Bobby Escobar, a nineteen- year-old illegal immigrant who was working at the golf course on the day Mrs. Duffy was murdered. He saw Mr. Duffy enter his home at about the same time she died, then hurry away and resume his golf game. For a lot of reasons, Bobby did not come forward until the first trial was underway. Once Judge Gantry heard Bobby's story, he declared a mistrial. Now, with Bobby ready to testify, most of the folks in Strattenburg, who had been closely watching the Duffy case, were expecting a guilty verdict. It was almost impossible to find someone who believed Pete Duffy did not kill his wife.
And it was also difficult to find a person who did not want to watch the trial. A murder trial in the Strattenburg Courthouse was a rare event—indeed, murder was rare in Stratten County—and a large crowd began gathering at 8:00 a.m., just after the front doors of the courthouse opened. The jury had been selected three days earlier. It was time for the courtroom drama to begin.
At 8:40, Mr. Mount got his eighth-grade class quiet and called the roll. All sixteen boys were present. Homeroom lasted for only ten minutes before the boys went off to first period Spanish with Madame Monique.
Mr. Mount was in a hurry. He said, "Okay, men, you know that today is the first day of the Pete Duffy trial, round two. We were allowed to watch the first day of the first trial, but, as you know, my request to watch the second trial was denied."
Several of the boys hissed and booed.
Mr. Mount raised his hands. "Enough. However, our esteemed principal, Mrs. Gladwell, has agreed to allow Theo to watch the opening of the trial and report back to us. Theo."
Theodore Boone jumped to his feet, and, like the lawyers he watched and admired, walked purposefully to the front of the room. He carried a yellow legal pad, just like a real lawyer. He stood by Mr. Mount's desk, paused for a second, and looked at the class as if he were indeed a trial lawyer preparing to address the jury.
Since both of his parents were lawyers, and he had practically been raised in their law office, and he hung out in courtrooms while the other eighth graders at Strattenburg Middle School were playing sports and taking guitar lessons and doing all the things that normal thirteen-year-olds tend to do, and since he loved the law and studied it and watched it and talked about little else, the rest of his class was quick to yield to Theo when discussing legal matters. When it came to the law, Theo had no competition, at least not in Mr. Mount's eighth-grade homeroom.
Theo began, "Well, we saw the first day of the first trial four months ago, so you know the lineups and the players. The lawyers are the same. The charges are the same. Mr. Duffy is still Mr. Duffy. There is a different jury this time around, and, of course, there is the issue of a new eyewitness who did not testify during the first trial."
"Guilty!" yelled Woody from the back of the room. Several others chimed in and added their agreement.
"All right," Theo said. "Show of hands. Who thinks Pete Duffy is guilty?"
Fourteen of sixteen hands shot upward with no hesitation whatsoever. Chase Whipple, a mad scientist who took pride in never agreeing with the majority, sat with his arms folded across his chest.
Theo did not vote, but instead became irritated. "This is ridiculous! How can you vote guilty before the trial has started, before we know what the witnesses will say, before anything happens? We've talked about the presumption of innocence. In our system, a person charged with a crime is presumed to be innocent until proven guilty. Pete Duffy will walk into the courtroom this morning completely innocent, and will remain innocent until all the witnesses have testified and all the proof is before the jury. The presumption of innocence, remember?"
Mr. Mount stood in a corner and watched Theo at his best. He had seen this before, many times. The kid was a natural on his feet, the star of the Eighth-Grade Debate Team, of which Mr. Mount was the faculty adviser.
Theo pressed on, still pretending to be indignant at his classmates' rush to judgment. "And proof beyond a reasonable doubt, remember? What's the matter with you guys?"
"Guilty!" Woody yelled again, and got some laughs.
Theo knew it was a lost cause. He said, "Okay, okay, can I go now?"
"Sure," Mr. Mount replied. The bell rang loudly and all sixteen boys headed for the door. Theo darted into the hallway and raced to the front office where Miss Gloria, the school's secretary, was on the phone. She liked Theo because his mother had handled her first divorce, and because Theo had once given her some unofficial advice when her brother was caught driving drunk. She handed Theo a yellow release form, signed by Mrs. Gladwell, and he was off. The clock above her desk gave the time as exactly 8:47.
Outside, at the bike rack by the flagpole, Theo unlocked his chain, wrapped it around the handlebars, and sped away. If he obeyed the rules of the road and stayed on the streets, he would arrive in front of the courthouse in fifteen minutes. But, if he took the usual shortcuts, and raced through an alley or two, and cut across a backyard here and another one there, and ran at least two stop signs, Theo could make it in about ten minutes. On this day, he did not have time to spare. He knew the courtroom was already packed. He would be lucky to get a seat.
He flew through an alley, got airborne twice, then darted through the backyard of a man he knew, an unpleasant man, a man who wore a uniform and tried to act as though he were a real officer of the law when in fact he was little more than a part-time security guard. His name was Buck Boland, (or Buck Baloney, as some people whispered behind his back), and Theo saw him occasionally hanging around
the courthouse. As Theo flew across Mr. Boland's backyard, he heard a loud, angry voice. "Get outta here, kid!" Theo turned to his left just in time to see Mr. Boland throw a rock in his direction. The rock landed very close by, and Theo pedaled even harder.
That was close, he thought. Perhaps he should find another route.
Nine minutes after leaving the school, Theo wheeled to a stop in front of the Stratten County Courthouse, quickly chained his bike to the rack, and sprinted inside, up the grand staircase and to the massive front doors of Judge Gantry's courtroom. There was a crowd at the door—spectators in a line trying to get in, and TV cameras with their bright lights, and several grim-faced deputies trying to keep order. Theo's least favorite deputy in all of Strattenburg was an old grouchy man named Gossett, and, as luck would have it, Gossett saw Theo trying to ease his way through the crowd.
"Where do you think you're going, Theo?" Gossett growled.
It should be obvious where I'm going, Theo thought quickly to himself. Where else would I be going at this moment, at the beginning of the biggest murder trial in the history of our county? But being a wise guy would not help matters.
Theo whipped out his release from school and said, sweetly, "I have permission from my principal to watch the trial, sir." Gossett snatched the release and glared at it as if he might have to shoot Theo if his paperwork didn't measure up. Theo thought about saying, "If you need some help, I'll read it for you," but, again, bit his tongue.
Gossett said, "This is from school. This is not a pass to get inside. Do you have permission from Judge Gantry?"
"Yes, sir," Theo said. "Let me see it." "It's not in writing. Judge Gantry gave me verbal
permission to watch the trial." Gossett frowned even harder, shook his head with great
authority, and said, "Sorry, Theo. The courtroom is packed. There are no more seats. We're turning people away."
Theo took his release and tried to appear as if he might burst into tears. He backtracked, turned around, and headed down the long hallway. When Gossett could no longer see him, he ducked through a narrow door and bounced down a utility staircase, one used only by the janitors and service technicians. On the first floor, he eased along a dark, cramped corridor that ran under the main courtroom above, then stepped nonchalantly into a break room where the courthouse employees gathered for coffee, doughnuts, and gossip. "Well, hello, Theo," said lovely Jenny, by far Theo's favorite clerk in the entire courthouse.
"Hello, Jenny," he said with a smile as he kept walking across the small room. He disappeared into a utility closet, came out the other side onto a landing which led to another hidden staircase. In decades past, this had been used to haul convicts from the jail to the main courtroom to face the wrath of the judges, but now it was seldom used. The old courthouse was a maze of cramped passageways and narrow staircases, and Theo knew every one of them.
He entered the courtroom from a side door next to the jury box. The place was buzzing with the nervous chatter of spectators about to see something dramatic. Uniformed guards milled about, chatting with one another and looking important. There was a crowd at the main door as people were still trying to get in. On the left side of the courtroom, in the third row behind the defense table, Theo saw a familiar face.
It was his uncle, Ike, and he was saving a seat for his favorite (and only) nephew. Theo wiggled and darted down the row and wedged himself into a tight spot next to Ike.