sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Os 10 melhores thrillers jurídicos


While you might know many of these 10 best legal thrillers, a few of them you may not have seen. There have been some very good legal thrillers in the past fifteen to twenty years and they have become a very successful sub-genre. Whether you are a fan of lawyers or thrillers in general, have a look at this list of legal thrillers that will make your next movie night easier.

"Traffic" This Steven Soderbergh film stars Michael Douglas, Benecio Del Toro and Catherine Zeta-Jones who all give top-notch performances. Stephen Gaghan’s screenplay translates well from Simon Moore’s miniseries "Traffik."

"Witness" There was a time in the '80s when Harrison Ford was the go-to man for every role. He expands his horizons here and begins his foray into the stoic everyman with his performance in the "Witness." Kelly McGillis and Lukas Haas stars opposite of Ford.

"Law Abiding Citizen" Gerard Butler and Jamie Foxx both turn in solid performances in "Law Abiding Citizen." The focus of the film is the dynamic between a victim’s family that is dealing with a murder and the legal system that helped enable it. Director Gary Gray and writer Kurt Wimmer team to bring the Legal thriller to the big screen.


"A Time to Kill" Matthew McConaughey is not known for his serious roles, but his skills shine in settings like this one where he can use his natural drawl and "man’s man" persona. Samuel Jackson and Sandra Bullock complement "A Time to Kill" and its well-crafted direction by Joel Schumacher and Akiva Goldsman's screenplay.

"The Firm" Tom Cruise takes over the primary role and Grisham teams with Director Sydney Pollack for "The Firm." The film has a decidedly story-driven focus as opposed to Grisham’s films with Joel Schumacher. Gene Hackman co-stars and brings his typical grit and quietly intimidating presence. Akiva Goldsman returns to screenplay duties for "The Firm" as well.

"The Client" This is the third film belonging to the John Grisham, Joel Schumacher and Akiva Goldsman team. The story delves into organized crime and Susan Sarandon plays her role with elegant determination.

"Changing Lanes" We take a break for a moment from John Grisham and look at the Roger Michell directed film “Changing Lanes.” Chap Taylor handles the screenplay and story. Ben Affleck and Samuel L. Jackson star in this film. It is a treat watching Sam Jackson hold back his famous angst and by the time he lets loose a bit, Ben Affleck looks over matched.


"The Pelican Brief" The Pelican brief is one of the better known John Grisham films and one of the better received. Sam Shepard plays opposite Julia Roberts and Denzel Washington in “The Pelican Brief” and the Grisham thriller film formula received another small facelift as Alan Pakula directed and wrote the screenplay.

"Rules of Engagement" Tommy Lee Jones and Samuel L. Jackson return to the top ten list of Legal
thrillers with “Rules of Engagement.” William Friedkin directed, James Webb wrote the story and Stephen Gaghan handled the screenplay. This high-tension military-themed thriller is set in a third world country.

"Double Jeopardy" Tommy Lee Jones' character works hard to defend Ashley Judd against a murder trial. Judd is more than dependable in the role as the clever and wily heroine in distress. Directed by Bruce Beresford and written by David Weisberg and Douglas Cook.

Fonte: Screen Junkies
Título original: 10 Best Legal Thrillers

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Físico usa probabilidades para mostrar como o acaso influencia o mundo

Leonard Mlodinow cita escritores famosos, que tiveram até 26 recusas antes de brilhar, para defender que persistência é grande fator de sucesso

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro

O físico norte-americano Leonard Mlodinow, 56 anos, é um produto do acaso, ou da sorte. Ele só nasceu porque seu pai foi um improvável sobrevivente de campo de concentração nazista na 2ª Guerra Mundial e perdeu a mulher e os dois filhos durante o conflito. O velho Mlodinow esteve a um instante de ser assassinado após, faminto, roubar um pão na padaria do campo de concentração – por algum motivo, salvou-se e foi designado para a padaria. Acabada a guerra, emigrou para os Estados Unidos, onde se uniu a uma moça judia, refugiada.

"Se não fosse pela guerra, meu pai nunca teria emigrado para Nova York, nunca teria conhecido minha mãe, também refugiada, e nunca teria gerado a mim e aos meus dois irmãos", escreve.

É justamente o acaso, ou a aleatoriedade, o tema de “O Andar do Bêbado” (Zahar, R$ 42 nas livrarias e R$ 34,50 na Bienal do Livro), livro escrito por Leonard Mlodinow, que usa as probabilidades para explicar como muitos dos acontecimentos que mudam a nossa vida acontecem sem uma lógica clara. O físico está no Rio para a Bienal do Livro, para participar de um café literário nesta quinta-feira (8).

De acordo com Mlodinow – autor de cinco livros, mais dois no prelo –, “o acaso afeta tudo que você faz e muda muitos e importantes momentos de definição em sua vida”.

O físico escritor cita casos como o da escritora J.K.Rowling, que teve o primeiro livro Harry Potter recusado por nove editoras, e John Grisham, de “A Firma”, cujos manuscritos foram rejeitados 26 vezes, para afirmar que frequentemente o aleatório faz com que a arma que nos resta seja a persistência. “É por isso que as pessoas bem-sucedidas em todas as áreas quase sempre fazem parte de um certo conjunto – o conjunto das pessoas que não desistem”, diz, no livro.

Citando Thomas Watson, ele diz que “se quiser ser bem-sucedido, duplique a sua taxa de fracassos”. É matemática, ou probabilidade: quanto maior o número de tentativas, maiores as chances de se conseguir algo.

Usando as leis de probabilidades, mostra como estava errado um exame de sangue que o apontou como HIV positivo em 1989, embora não fizesse parte de nenhum “grupo de risco”. Tomando por base o fato de que ele estava fora de qualquer grupo de risco e de que apenas 1 a cada 10.000 homens brancos heterossexuais não-usuários de drogas tinha HIV, chegou à conclusão de que havia apenas 1 chance em 1000 de que estivesse contaminado, e não o contrário.


A partir das probabilidades como ferramenta principal, Mlodinow diz que a confiança que temos em testes médicos – ou de antidoping, para atletas, por exemplo – deve ser na medida de sua imprecisão, ou margem de erro. Segundo ele, as taxas de falha desses exames muitas vezes podem variar de 1% a até 15%, dependendo do caso.

E afirma que a chance de se ganhar na loteria nos EUA é a mesma de se morrer em um acidente de carro a caminho da compra do bilhete.

Foi assim, por vezes se assombrando com a própria experiência e por outras se divertindo, costurando a história de teorias matemáticas com exemplos práticos, que o físico escreveu o bem-humorado “O Andar do Bêbado” – síntese da aleatoriedade, o ébrio parece sempre estar a um ponto de cair, mas o próximo passo é imprevisível.

Leia abaixo alguns trechos da entrevista do iG com Leonard Mlodinow.

iG - Com tanto acaso no mundo, a sorte existe?
Leonard Mlodinow - Claro, a sorte existe. Se acontece em seu favor, você pode considerar sorte. Se eu lhe oferecer US$ 100 se uma moeda der ‘cara’, e der, isso pode ser considerado sorte; se der ‘coroa’, é azar.

iG - De acordo com um conceito que o sr. cita, a probabilidade de um evento acontecer ao mesmo tempo de outro é sempre menor do que a probabilidade de um evento acontecer independentemente. Então, se uma pessoa for mentir ao chefe por estar atrasado para o trabalho, ele será mais convincente se der só uma desculpa, em vez de dizer que estava trânsito, o pneu furou e a mulher quebrou a perna...?
Leonard Mlodinow - É melhor dar só uma desculpa. O chefe pode pensar: essas são todas coisas raras e todas elas aconteceram com você hoje? ‘Ok, trânsito é comum, pneu furado acontece em 1/100 casos, e a mulher quebrou a perna...’ Junta tudo. Soa muito menos provável. Quando falamos algo muito específico, soa mais provável, mas na verdade é muito menos provável de acontecer. Mentiras vagas são melhores.

iG - Qual a chance de uma superstição dar certo?
Leonard Mlodinow - Superstições são baseadas em coincidências ou no que você quer acreditar. As pessoas gostam de achar que tem controle. Se um jogador de futebol põe as meias ao contrário e faz dois gols ele pode achar que foi por isso. Quando se tem uma teoria, há uma tendência de acreditar no que a confirma e desacreditar o que a refuta.

iG - É possível que o acaso esteja apenas seguindo uma certa “lei” do universo que simplesmente ainda desconhecemos?
Leonard Mlodinow - Claro. Primeiro, no nosso dia-a-dia não há acaso real. Está tudo baseado no nosso desconhecimento. Se uma pessoa for atravessar a rua e for atropelada, se ela soubesse que viesse naquela hora um motorista bêbado, poderia evitar. Mas não se sabe essas coisas, então vira o acaso. Se os fundamentos da física estão corretos, há uma certa aleatoriedade na física quântica que não se poderia nunca prever, mas isso não é a vida cotidiana, que segue as leis de Newton.

iG - O sr. diz que nunca se deveria julgar as pessoas pelos resultados, mas é assim que estamos acostumados a fazer.
Leonard Mlodinow - Essa é a maneira preguiçosa de se avaliar alguém, é a maneira mais fácil. Um jogador de futebol com sorte pode ter um ano maravilhoso e depois nunca mais repeti-lo. As estatísticas daquele ano o levariam a ser contratado para um grande time e a receber milhões. É assim também no ramo dos executivos. Mas convém julgar as pessoas mais pelos seus talentos do que por seus resultados.

iG - No livro, o sr. cita Thomas Watson, dizendo que “se quiser ser bem sucedido, duplique a sua taxa de fracassos”. Essa é a receita do sucesso, não desistir nunca?
Leonard Mlodinow - Não digo que seja a receita do sucesso nem que deva regular a vida de ninguém. Mas é muito importante e reconfortante, porque todos nós fracassamos. O negócio é continuar tentando, como o coelhinho da propaganda da Duracell.

iG - A partir de exemplos que o sr. citou no livro, testes médicos com resultados equivocados são mais comuns do que imaginamos. Isso significa que não devemos confiar neles?
Leonard Mlodinow - Sim, devemos confiar neles, mas da mesma maneira que confiamos em uma pesquisa de opinião, dentro de suas margens de erro.

iG - Quando o sr. recebeu o teste com HIV positivo começou a fazer as probabilidades de estar errado? O sr. se deu conta do erro do teste logo?
Leonard Mlodinow - Só me dei conta semanas depois. Fiz um monte de testes e depois disseram que eu estava bem. Por algumas semanas foi horrível. Eu nem pensei nisso. Só depois me dei conta disso e fiz os cálculos. Entre homens brancos, heterossexuais e não-usuários de drogas injetáveis, as chances de contaminação eram de 1 em 10.000, e ocorriam 10 falsos positivos em 10.000 testes. Então, na ocasião, a chance de eu não estar contaminado era de 10/11.

iG - Para o uso prático, o que é mais útil aprender: probabilidades ou estatística?
Leonard Mlodinow - Ambos.

iG - O sr. estava no World Trade Center no dia 11 de setembro de 2001 e sobreviveu. O que estava fazendo lá?
Leonard Mlodinow - Tinha levado meu filho ao jardim de infância, estava do lado de fora. Eu morava a um bloco dali. Estava ali todo dia, então minhas chances de estar ali eram maiores do que a da maioria. Tinha muito pouca gente nos prédios àquela hora. Se o ataque fosse mais tarde, teria dez vezes mais gente. A maioria das pessoas não chegam para trabalhar às 8h30.

iG - O sr. critica rankings feitos por experts em vinhos e comida. Eles são imprecisos em suas análises?
Leonard Mlodinow - É como todo o resto, olhe para a margem de erro deles. Um desses experts admitiu para mim: ‘É, a margem é de três ou quatro pontos, em 100. Então, quando se compra um vinho cuja nota é 91, poderia ser 88 ou 94. Se for 94, você gastará mais US$ 20 do que se for 88. Um dia é 88, outro é 91, outro é 94. Um 96 é provavelmente melhor que um 86. Eu tento ignorar essas classificações, porque mesmo que você saiba que não há diferença é difícil ignorar. É a mesma coisa com o truque de preços US$ 19,99. São US$ 20. Mas US$ 19,99 soa muito mais barato que US$ 20. Eu repito para mim mesmo: US$ 20. É difícil não se impressionar, mas deve-se tentar.

iG - Quais são as chances de que Deus exista, em sua opinião?
Leonard Mlodinow - Não tenho nenhuma ideia. Eu não tenho nenhuma razão para acreditar que exista. Não quer dizer que não é verdade. Mas também não digo que tenha alguma razão para dizer que não exista. Como muitas coisas, não tenho razão para dizer que não é verdade. Eu poderia acreditar que vou ganhar na loteria, e isso me faria muito feliz, como meu pai, que comprava um bilhete todo dia. Ele nunca venceu, mas isso o fez feliz.

iG - O sr. nunca lhe disse quais eram as verdadeiras chances que ele tinha?
Leonard Mlodinow - Não, eu lhe comprava bilhetes! É um jeito mais barato de se ter esperança que a religião. E ninguém morre disso... Na verdade, morre, sim... Mostro no livro que tantas pessoas morrem no caminho para comprar bilhete, em acidentes de carro, quanto ganham na loteria. Eu calculei isso. Para cada vencedor, um morre em acidente indo comprar um bilhete, com base em dados do Departamento Nacional de Trânsito dos EUA.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

10 Melhores livros de John Grisham para você ter na estante


1 - A firma: Mitchell McDeere, um dos melhores alunos de Direito, em Harvard, vai trabalhar na Bendini, Lambert e Locke, uma rica firma especializada em direito tributário. Logo de início, ele suspeita de que há algo de errado na firma, ainda mais quando dois sócios morrem em um estranho acidente nas Ilhas Cayman.


2 - O Homem que fazia chover: Esta é a história de um jovem estudante que se vê obrigado a enfrentar uma das mais poderosas e corruptas companhias dos Estados Unidos. Tendo como meta desvendar uma audaciosa fraude na área da saúde, a trama tem como cenário uma poderosa indústria e seu experiente corpo de advogados.

3 - O último jurado: Em uma área de mata densa e coberta por pântanos, charcos e brejos instalou-se, no Mississipi, a família Padgitt, desde sua origem, notória por feitos ilícitos: vários anos de fabricação de uísque ilegal, contrabando, roubo, suborno, prostituição e até assassinato..

4 - Tempo de matar: Pena de morte. Até que ponto se é contra? Até que ponto se é a favor? Se dois drogados estupram, torturam e tentam matar uma menina de 10 anos, qual a pena que deveriam ter? E se um pai, chocado com todas estas barbaridades cometidas contra a filha, resolve fazer justiça com as próprias mãos, o que ele merece? Pelas leis do Mississípi, Estados Unidos, 20 anos de prisão para os primeiros e a cadeira elétrica para o segundo.

5 - O negociador: Em O Negociador, o leitor é apresentado a Kyle McAvoy, um estudante de direito brilhante e idealista com um futuro promissor a sua frente. Prestes a se formar, Kyle já planejou a sua vida - três anos de serviço público, ajudando os menos afortunados, e depois uma próspera carreira em uma grande firma de direito em Wall Street. Tudo caminha para isto até que o jovem é procurado pelo misterioso Bennie Wright, que lhe mostra um vídeo amador feito no apartamento de Kyle e mais três amigos, cinco anos antes.

6 - O júri: Neste thriller, John Grisham volta a mostrar, de forma chocante, um sistema judicial extremamente corrupto, onde suborno, chantagem e arrombamento são os recursos mais utilizados para a obtenção da vitória; 

7 - O sócio: Em O Sócio, John Grisham mostra ao leitor como funcionam as engrenagens no mundo dos ladrões de colarinho-branco. Como roubar e ser bem-sucedido tendo como ferramentas apenas um pouco de coragem e muita, muita astúcia. Patrick Lanigan, um brilhante advogado americano, deu um golpe de mestre em sua ex-firma de advocacia.

8 - A confraria: Trumble é uma prisão de segurança mínima, para criminosos de baixa periculosidade- traficantes de drogas, ladrões de banco, falsários, sonegadores de impostos, escroques de Wall Street, um médico e, pelo menos, cinco advogados. Entre os detentos, há três ex-juízes, membros de um grupo autodenominado A Confraria.

9 - O advogado: Desta vez John Grisham traz uma história centrada em Michael - profissional talentoso da gigantesca firma de advogados Drake & Sweeney, que num prazo de três anos se tornaria sócio. Porém, um encontro violento com um sem-teto e uma investigação fez com que ele descobrisse um segredo terrível. 

10 - O homem que fazia chover: Esta é a história de um jovem estudante que se vê obrigado a enfrentar uma das mais poderosas e corruptas companhias dos Estados Unidos. Tendo como meta desvendar uma audaciosa fraude na área da saúde, a trama tem como cenário uma poderosa indústria e seu experiente corpo de advogados.