segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Novidades da série "A Firma"



Faltam poucas semanas para a estreia de uma das novas apostas da NBC para Janeiro (8 de Janeiro, precisamente), "The Firm", pelo que achámos por bem elaborar um post sobre a série.


Esta é uma criação de Lukas Reiter ("Causa Justa"), com base no livro homónimo de John Grisham (o mesmo no qual se baseou o filme de 1993 protagonizado por Tom Cruise), que irá ser o produtor executivo. Entre a equipa de argumentistas da série encontram-se Alyson Feltes, Peter Noah, David Feige, William Rothko, Vincent Angell e Jonathan Shapiro, sendo David Straiton o realizador do episódio piloto.


A história centra-se na personagem de Mitchell Y. McDeere e respectiva família dez anos depois do enredo do romance (e do filme). Estes, depois de alguns anos nos quais beneficiaram do programa de protecção de testemunhas, irão ser confrontados com novos inimigos, que têm um interesse especial em impor um fim precoce às suas vidas.


A família em questão será interpretada por Josh Lucas ("American Psycho") como Mitchell, Molly Parker (série "Deadwood") como a esposa deste, Abby, Natasha Calis como a filha de ambos, Claire, e Callum Keith Rennie ("Memento") o tio desta e irmão de Mitchell, Ray. Tricia Helfer, Juliette Lewis e Shaun Majumder completam o elenco.


Sinopse do filme de 1993 (fnac): Cruise é Mitch McDeere, um brilhante e ambicioso advogado. Guido pelo forte desejo de enterrar as suas modestas origens, Mitch junta-se a uma firma em Memphis que, de repente, oferece-lhe a possibilidade de uma vida bastante além de todos os seus sonhos. Mas quando o FBI o confronta com provas de corrupção e crime dentro da própria Firma, Mitch decide descobrir a verdade colocando-se entre o FBI, a Mafia e uma força que não se deterá perante nada, para proteger os seus próprios interesses - A FIRMA.


Para verem os vídeos já divulgados, bem como algumas imagens da série, é só carregarem em "mais informações".


Fonte: Paperblog








terça-feira, 13 de dezembro de 2011

"Steve Jobs" é o mais vendido da Amazon



A biografia do criador da Apple foi o livro mais vendido nos formatos impresso e digital para Kindle


Por Época Negócios Online


A Amazon divulgou hoje (12) a lista de livros mais vendidos em 2011. O primeiro lugar ficou com a biografia autorizada de Steve Jobs, de Walter Isaacson, lançada no dia 24 de outubro.


A lista combina as vendas de cópias impressas e também as edições para Kindle. Os livros publicados antes de 2011 são excluídos do ranking.


A biografia do fundador da Apple, que morreu aos 56 anos vítima de câncer de pâncreas, já tinha alcançado o título de livro mais vendido nos Estados Unidos na 1ª a semana. Foram 379 mil exemplares vendidos de modo geral, segundo a empresa Nielsen.


As publicações The Mill River Recluse, de Darcie Chan, e The Abbey, de Chis Culver, figuram na quarta e nona posição. Ambos publicados pelo Kindle Direct Publishing e com destaque para as vendas por Kindle.


1. Steve Jobs (Steve Jobs - A Biografia) – Walter Isaacson
2. Bossypants - Tina Fey
3. A Stolen Life (Vida Roubada - Memórias) - Jaycee Dugard
4. The Mill River Recluse - Darcie Chan
5. In the Garden of the Beasts - Erik Larson
6. A Dance with Dragons - George R.R. Martin
7. The Paris Wife (Casados com Paris) – Paula McLain
8. The Litigators - John Grisham
9. The Abbey - Chris Culver
10. Inheritance (The Inheritance Cycle) - Christopher Paolini


Quais deles você já leu ou está na sua lista de livros para ler em 2012?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Firma: pela primeira vez em Blu-ray

Cruise é Mitch McDeere, um brilhante e ambicioso advogado recém-formado em Harvard. Decidido a apagar seu passado pobre, Mitch emprega-se em uma pequena, mas próspera, firma de advocacia, na cidade de Memphis, que permite que ele e sua esposa passem a ter um estilo de vida que jamais sonharam. Mas quando o FBI apresenta evidência de corrupção e assassinato envolvendo a firma, Mitch resolve descobrir a verdade, enfrentando uma cruzada de fogo entre o FBI, a Máfia e uma força que não se deterá diante de nada para proteger seus próprios interesses.


Características
Ano de Lançamento 2011
Título A Firma
Diretor Sydney Pollack
Elenco Gene Hackman, Jeanne Tripplehorn, Tom Cruise
Extras - Trailers


Especificações Técnicas
Quantidade de Discos 1
Região A
Duração (min) Aprox. 154
Formatos da Tela Anamórfico
Áudio Dolby Digital 5.1, Dolby Surround 2.0 , Dolby Digital 2.0 Mono , DTS-HD Master Audio 5.1
Idiomas Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Japonês, Alemão
Legendas Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Japonês, Alemão
Distribuidora: Paramount


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Confira Primeiros Vídeos Promocionais de The Firm

por Carla Gomes | Na TV

Um dos principais projetos da NBC para a midseason, The Firm teve suas primeiras imagens promocionais divulgadas nessa semana. O enredo inspirado no livro de John Grisham estreia no início de 2012.


Contando com poucos segundos, os vídeos não apresentam muito da história, embora já seja possível acompanhar brevemente a atuação de Josh Lucas como o protagonista. Interpretado por Tom Cruise no cinema, Mitch McDeere é um advogado que descobre um esquema de corrupção no trabalho e acaba indo parar num programa de proteção à testemunha. Os episódios da série narram os acontecimentos cerca de 10 anos depois do filme de 1993, quando o personagem volta a advogar.


Com sua premiere marcada para o dia 8 de janeiro nos EUA, a adaptação de The Firm foi oferecida inicialmente para a CBS, que atualmente processa a produtora da trama. Ainda sem previsão de exibição no Brasil, a série deve chegar por aqui pelo AXN. Confira abaixo às suas primeiras promos:



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

John Grisham: "Nós merecemos líderes melhores do que temos"


Capa do livro lançado no Reino Unido


Como o seu mais recente thriller legal publicado, Os litigantes [The Litigators], John Grisham fala para o colunista do Guardian Jonathan Freedland sobre a disciplina da escrita, as frustrações no golfe, sua admiração por John le Carré, e a sordidez da política dos EUA





Fonte: The Guardian
Imagem: Clouds365

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Theodore Boone: O Sequestro

Editora: Rocco
Tradução: Ana Deiró
ISBN: 978-85-7980-095-5
Páginas: 256
Ano de lançamento: 2011


No segundo volume da série Theodore Boone – Aprendiz de Advogado, estreia do bestseller John Grisham no segmento infantojuvenil, o mestre dos thrillers de tribunal traz uma nova aventura do jovem Theo em meio ao fascinante universo da Justiça. Na trama, o garoto de apenas 13 anos, mas que entende de leis mais do que muitos advogados, tem que usar toda a sua inteligência e seus conhecimentos jurídicos para investigar o desaparecimento de sua amiga April.

domingo, 6 de novembro de 2011

John Grisham encontrou lugar na literatura e no cinema

Com mais de 250 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, o autor já teve diversas obras lançadas no cinema e outras estão por vir!




Leilane Soares / cinemacomrapadura.com.br


A Câmara de Gás”, “O Cliente”, “A Casa Pintada”, “O Dossiê Pelicano”, “O Júri” são alguns dos títulos mais conhecidos desse escritor, mestre na arte de um tipo particular de suspense policial. Especialista em obras que mostram o caráter dúbio não só do sistema criado para proteger os interesses da população, como o dos profissionais que o constituem, John Ray Grisham Jr nasceu em 8 de fevereiro de 1955, em Jonesboro, Arkansas.


Segundo filho de um construtor civil e fazendeiro e de uma dona de casa, Grisham passou os primeiros anos de sua vida viajando pelo sul do país com a família. Depois de alguns anos na estrada, finalmente fincaram raízes em DeSoto Country, Mississipi. Naquela época o garoto, então com quatro anos, sonhava em ser jogador de beisebol.


Típico filho de fazendeiro, Grisham aprendeu a trabalhar muito cedo; ainda adolescente trabalhava aguando plantas a um dólar por hora, logo sendo promovido a ajudante de construção de cerca por um dólar e cinquenta centavos a hora. Aos 16 anos conseguiu um trabalho como encanador e aos 17, com a ajuda de seu pai, empregou-se junto à equipe responsável pelo asfalto na auto-estrada. Foi durante esse período que Grisham, depois de um incidente durante o trabalho em que foi perseguido por um funcionário furioso com um maçarico, pensou em entrar para a faculdade, pois, em suas palavras, “não tinha futuro naquele trabalho”.


Filho de pais com escolaridade básica, mas incentivado pela mãe que o encorajava a ler e a estudar, logo ingressou na faculdade. Enquanto estudante, Grisham trabalhou em uma loja de departamentos vendendo roupas íntimas masculinas, brinquedos e eletrodomésticos. Formado pela Mississipi State University em 1977, Grisham recebeu um diploma de bacharel em ciências. Logo em seguida entrou para a Universidade de Direito do Mississipi onde se formou em doutor especializado na área de direito criminal em 1983.


Grisham praticou o direito por dez anos e também ganhou uma eleição pelo Partido Democrata no Mississipi, onde atuou de 1983 a 1990 com um salário anual de US$ 8 mil. Foi apenas em 1989 que Grisham lançou seu primeiro livro: “Tempo de Matar”.


Com o livro finalmente terminado, encontrar editoras não era um trabalho fácil. Depois de ser rejeitado vinte e oito vezes, a desconhecida editora Wynwood Press concordou em fazer uma edição de cinco mil exemplares da obra. O livro foi então publicado em junho de 1989. Logo em seguida começou a trabalhar em seu segundo livro, que contava a história de um jovem procurador ambicioso, iludido por uma aparentemente perfeita firma de advocacia que não era nada do que parecia. “A Firma” permaneceu na lista de best sellers do The New York Times por 47 semanas consecutivas e se tornou o best seller do ano de 1991.


Só então ele desistiu de praticar a advocacia e se dedicou completamente a literatura, voltando aos tribunais apenas em 1996 para brigar na justiça pelos direitos da família de um trabalhador que morreu em serviço. Na época ele declarou estar honrando um compromisso feito antes de se aposentar da advocacia. Grisham ganhou o caso e a família levou para casa uma indenização de mais de 600 mil dólares. Desde maio de 1998, a Universidade do Estado do Mississipi possui uma sala de leitura com o seu nome. Hoje ele vive com a esposa Renée e seus dois filhos, Ty e Shea, em um condomínio fechado na Carolina do Norte.


Em 2008, seus livros haviam vendido mais de 250 milhões de cópias pelo mundo, com títulos traduzidos para 29 idiomas. Vencedor de prêmios como o Galaxy British Book Awards e Peggy V Helmerich Distinguished Author Award, Grisham é um dos três autores a vender dois milhões de cópias na primeira edição, sendo os outros Tom Clancy e J.K.Rowling.


Dezoito de suas obras já ganharam as telas do cinema. “A Firma” (1993), “O Dossiê Pelicano” (1993), “O Cliente” (1994), “Tempo de Matar” (1996), “O Segredo” (1996), “O Homem Que Fazia Chover” (1997), “Até Que A Morte Nos Separe” (1998), “O Júri” (2003) são apenas para citar alguns.


Seus filmes contaram com diretores como Sidney Pollack (“A Firma”), Joel Schumacher (“Tempo de Matar” e “O Cliente”), e o badalado Francis Ford Coppola (“O Homem Que Fazia Chover”). Além de uma direção privilegiada, seus filmes contaram também com atores como Rachel Weisz (“Um Olhar do Paraíso”), Dustin Hoffman (“Perfume: A História de Um Assassino”), Julia Roberts (“Comer, Rezar, Amar”), Denzel Washington (“Um Ato de Coragem”), Tommy Lee Jones (“Onde Os Fracos Não Têm Vez”) e Susan Sarandon (“Tudo Acontece Em Elizabethtown”).


Para alegria dos fãs do autor, duas obras estão com produções em andamento: “O Testamento”, que está previsto para 2012, e “O Último Jurado”, com previsão para 2013. Além disso, o ator George Clooney adquiriu os direitos de “O Inocente” através de sua produtora Smoke House, mas a obra ainda não tem data para ser lançada. Muitas são as expectativas para os fãs do autor, agora é esperar e aguardar por mais produções de tirar o fôlego.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Biografia de Steve Jobs vira livro mais vendido nos EUA na 1ª semana



Foram vendidos 379 mil exemplares da obra durante sua primeira semana no mercado. Em seis dias, a obra é a 18º mais vendida do ano no país


*Época NEGÓCIOS Online


Biografia de Steve Jobs é um sucesso nos Estados Unidos
A biografia autorizada "Steve Jobs: The Exclusive Biography" tornou-se o livro mais vendido nos Estados Unidos durante sua primeira semana no mercado, após 379 mil exemplares vendidos, segundo dados da empresa Nielsen divulgados nesta quinta-feira.


A marca leva a obra a conquistar o 18º posto de livros mais vendido no ano, nos EUA, em apenas seis dias. Analistas preevem que o livro pode estar entre os dez mais vendidos no ano até o final de 2011.


Escrito por Walter Isaacson, o livro relata a vida de Steve Jobs, cofundador da Apple e criador dos inovadores aparelhos iPhone, iPod e iPad, que morreu aos 56 anos no dia 5 de outubro após uma longa luta contra um câncer de pâncreas.


A biografia desbancou o romance "The Litigators", de John Grisham (144 mil cópias), bem como "Killing Lincoln", de Bill O'Reilly (48 mil cópias), no ranking americano de bestsellers.


A biografia de Jobs chegou às livrarias no dia 24 de outubro.


*Com informações da Agência EFE

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

John Grisham Gets the Last Laugh on the Law


By Christopher John Farley / The Wall Street Journal


 John Grisham, who has penned bestsellers that deal with mob lawyers, hate crimes, and the death penalty, wants readers to know that the law also can be funny.


Grisham’s latest book, “The Litigators,” released this week, is written with a lighter touch than some of his previous blockbusters. The new novel tells the story of lawyers at an ambulance-chasing Chicago law firm. “Finley & Figg’s scam was hustling injury cases, a daily grind that required little skill or creativity and would never be considered cool or sexy…It was selective only because no one wanted to work there, including the two men who owned it,” Grisham writes in the book’s opening pages.


Publishers Weekly called “The Litigators” “a bitingly farcical look at lawyers at the bottom of the food chain.” The Washington Post wrote “To these tragicomic proceedings, Grisham brings his usual nuanced understanding of tort law and civil jurisprudence…”


Grisham, who attended the University of Mississippi School of Law and practiced criminal law for years, says that the legal profession lends itself to humor. “I love humor and some of the funniest things I’ve ever seen happen in a courtroom,” he said in a recent interview with The Wall Street Journal. “Because it’s a tense situation. Everyone’s kind of on edge. Therefore even slightly comic things become funny.”


Grisham’s previous bestsellers include “The Chamber,” The Firm,” and “A Time to Kill”–works that aren’t known for their punchlines. “I usually put a lot of humor in my books and it always comes out during editing. So it was kind of fun to sneak it on through this time.”


The cast of characters in “The Litigators” includes 62-year Oscar Finley, a cop-turned-lawyer who longs for a divorce but can’t afford it; his 45-year-old junior partner Wally Figg who dreams of seeing his own face on billboard ads pitching his legal services; and David Zinc, a 31-year-old lawyer “too young for a heart attack….though he’d been exhausted for the past five years.” “It was irresistible to write humor with these kinds of characters,” Grisham said. “Sleazy ambulance chasers, a small firm–the setting was good for laughs.”


Check back in with Speakeasy for part two of our interview with John Grisham.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

In 'The Litigators,' John Grisham fleshes out his characters


Andrea Simakis / Cleveland.com


As I cracked John Grisham's "The Litigators," sibling to 18 titles beginning with the same, hardworking article, I scanned the "Also By" page and found myself momentarily stumped.


Which ones had I actually read? Other than "The Innocent Man," his memorable nonfiction work about a real-life miscarriage of justice, I wasn't sure. Had I reviewed "The Brethren" or "The Broker?" "The Appeal" or "The Associate?"


That's the trouble with potato-chip fiction. You scarf it down so fast, you lose track of how much you ate, not to mention the flavor: Barbecue? French onion?


"The Litigators," which publishes today, serves up a heartier meal, though a more stick-to-the-ribs title would be "Dewey, Cheatem & Howe."


Rightly criticized for populating his fiction with characters as flat as an LSAT booklet, Grisham this time puts three dimensions on Oscar Finley and Wally Figg, partners in the "boutique firm" of Finley & Figg.


Wally, a recovering drunk with four ex-wives and a DUI, takes cabs to funeral parlors in search of potential clients. He trolls sickrooms "wearing a set of aquamarine scrubs" with "a stethoscope around his neck."


Oscar, unhappily married and nearing retirement, an undignified career of "fender-benders, slip-and-falls and quickie divorces" in his rearview mirror, has lost his hustle. Like Elmore Leonard's anti-heroes, Finley and Figg are circling the drain.


Conveniently located near a Chicago intersection known for its high accident rate, the grungy offices of Finley & Figg are managed by Rochelle Gibson, who once threatened to sue the attorneys for malpractice. Now she answers phones, placates feuding spouses and makes sure the firm's dog, AC (short for "Ambulance Chaser"), is watered and fed. She also scours the morning paper for workers crushed by forklifts and other calamities.


In a repeated joke, the three stop bickering only when a siren -- "Police, fire or ambulance? . . . Wally could distinguish the three in a heartbeat"-- whines down the street.


During one of his distasteful fishing expeditions, Wally lucks into a mass tort claim against pharmaceutical king Varrick Labs and its cholesterol drug Krayoxx, rumored to be triggering strokes and heart attacks. Lawyers with deep pockets (and brand-new Gulfstream jets) are gathering like clouds to make it rain. Wally wants in on the big score.


Stumbling into this iniquity is an idealistic young lawyer, a Grisham staple. Here, he is 31-year-old David Zinc, though he just as easily could be "The Firm's" Mitchell McDeere or Rudy Baylor from "The Rainmaker." Educated at Harvard, he is one of 600 slaving for Rogan Rothberg, a soulless corporate firm inside "Trust Tower, a glistening phallic monument jutting one thousand feet upward into the clouds and fog."


One morning, David ties one on at a picturesque watering hole. Despite his five years in high-paid purgatory, he has never seen the inside of a courtroom. He staggers into Finley & Figg and asks for a job. Once sober, David begins his education in sleaze, one of the lowbrow highlights.


Wally, his acolyte in tow, begins his usual crawl, a .44 Magnum Colt in his briefcase. He fires off a round to scatter a group of shady locals and strong-arms widows into joining the Krayoxx lawsuit. Later, he swaps sex for legal fees with a buxom client.


(When David's wife, Helen, protests the new company he keeps, he points out that "such dubious behavior couldn't touch the cutthroat brand of law practiced by the fine folks at Rogan Rothberg."


The hapless barristers get a taste of that ruthlessness when they run up against the $1,000-an-hour gunslingers representing big Pharma, trial lawyers from David's old law firm.


(Tipping his hat to legitimate street lawyers who take on much-maligned personal injury cases, Grisham introduces a family of Burmese immigrants, their child truly victimized by a toxic product. Inevitably, they find their way onto David's caseload and -- cue swelling Hallmark channel music -- his heart.)


As with so many best-selling thrillers, style takes a back seat to getting the story on the page. But with his collection of slick morality tales, Grisham has turned into a Mississippi Aesop.


In "The Litigators," he fricassees everyone for shoving hands in the till, from greedy clients to corporate giants. Thanks to the boys in greasy suits listening for the squeal of tires, Grisham's moralistic medicine is easier to swallow.


Maybe I'll remember this one after all.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

John Grisham Bus Tour

Desde Setembro o ônibus faz uma tour por cidades americanas





Uma iniciativa da Penguin Young Readers Group, intitulado "Theodore Boone and the Thrill of Rights", baseado no 1º livro da série Theodore Boone é um espectáculo interativo destinado a crianças maiores de 8 anos. Durante cada apresentação, o público aprende conceitos básicos do sistema de justiça americano ao ser apresentado ao mundo e os personagens dos livros de Theodore Boone.





sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Os 10 melhores thrillers jurídicos


While you might know many of these 10 best legal thrillers, a few of them you may not have seen. There have been some very good legal thrillers in the past fifteen to twenty years and they have become a very successful sub-genre. Whether you are a fan of lawyers or thrillers in general, have a look at this list of legal thrillers that will make your next movie night easier.

"Traffic" This Steven Soderbergh film stars Michael Douglas, Benecio Del Toro and Catherine Zeta-Jones who all give top-notch performances. Stephen Gaghan’s screenplay translates well from Simon Moore’s miniseries "Traffik."

"Witness" There was a time in the '80s when Harrison Ford was the go-to man for every role. He expands his horizons here and begins his foray into the stoic everyman with his performance in the "Witness." Kelly McGillis and Lukas Haas stars opposite of Ford.

"Law Abiding Citizen" Gerard Butler and Jamie Foxx both turn in solid performances in "Law Abiding Citizen." The focus of the film is the dynamic between a victim’s family that is dealing with a murder and the legal system that helped enable it. Director Gary Gray and writer Kurt Wimmer team to bring the Legal thriller to the big screen.


"A Time to Kill" Matthew McConaughey is not known for his serious roles, but his skills shine in settings like this one where he can use his natural drawl and "man’s man" persona. Samuel Jackson and Sandra Bullock complement "A Time to Kill" and its well-crafted direction by Joel Schumacher and Akiva Goldsman's screenplay.

"The Firm" Tom Cruise takes over the primary role and Grisham teams with Director Sydney Pollack for "The Firm." The film has a decidedly story-driven focus as opposed to Grisham’s films with Joel Schumacher. Gene Hackman co-stars and brings his typical grit and quietly intimidating presence. Akiva Goldsman returns to screenplay duties for "The Firm" as well.

"The Client" This is the third film belonging to the John Grisham, Joel Schumacher and Akiva Goldsman team. The story delves into organized crime and Susan Sarandon plays her role with elegant determination.

"Changing Lanes" We take a break for a moment from John Grisham and look at the Roger Michell directed film “Changing Lanes.” Chap Taylor handles the screenplay and story. Ben Affleck and Samuel L. Jackson star in this film. It is a treat watching Sam Jackson hold back his famous angst and by the time he lets loose a bit, Ben Affleck looks over matched.


"The Pelican Brief" The Pelican brief is one of the better known John Grisham films and one of the better received. Sam Shepard plays opposite Julia Roberts and Denzel Washington in “The Pelican Brief” and the Grisham thriller film formula received another small facelift as Alan Pakula directed and wrote the screenplay.

"Rules of Engagement" Tommy Lee Jones and Samuel L. Jackson return to the top ten list of Legal
thrillers with “Rules of Engagement.” William Friedkin directed, James Webb wrote the story and Stephen Gaghan handled the screenplay. This high-tension military-themed thriller is set in a third world country.

"Double Jeopardy" Tommy Lee Jones' character works hard to defend Ashley Judd against a murder trial. Judd is more than dependable in the role as the clever and wily heroine in distress. Directed by Bruce Beresford and written by David Weisberg and Douglas Cook.

Fonte: Screen Junkies
Título original: 10 Best Legal Thrillers

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Físico usa probabilidades para mostrar como o acaso influencia o mundo

Leonard Mlodinow cita escritores famosos, que tiveram até 26 recusas antes de brilhar, para defender que persistência é grande fator de sucesso

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro

O físico norte-americano Leonard Mlodinow, 56 anos, é um produto do acaso, ou da sorte. Ele só nasceu porque seu pai foi um improvável sobrevivente de campo de concentração nazista na 2ª Guerra Mundial e perdeu a mulher e os dois filhos durante o conflito. O velho Mlodinow esteve a um instante de ser assassinado após, faminto, roubar um pão na padaria do campo de concentração – por algum motivo, salvou-se e foi designado para a padaria. Acabada a guerra, emigrou para os Estados Unidos, onde se uniu a uma moça judia, refugiada.

"Se não fosse pela guerra, meu pai nunca teria emigrado para Nova York, nunca teria conhecido minha mãe, também refugiada, e nunca teria gerado a mim e aos meus dois irmãos", escreve.

É justamente o acaso, ou a aleatoriedade, o tema de “O Andar do Bêbado” (Zahar, R$ 42 nas livrarias e R$ 34,50 na Bienal do Livro), livro escrito por Leonard Mlodinow, que usa as probabilidades para explicar como muitos dos acontecimentos que mudam a nossa vida acontecem sem uma lógica clara. O físico está no Rio para a Bienal do Livro, para participar de um café literário nesta quinta-feira (8).

De acordo com Mlodinow – autor de cinco livros, mais dois no prelo –, “o acaso afeta tudo que você faz e muda muitos e importantes momentos de definição em sua vida”.

O físico escritor cita casos como o da escritora J.K.Rowling, que teve o primeiro livro Harry Potter recusado por nove editoras, e John Grisham, de “A Firma”, cujos manuscritos foram rejeitados 26 vezes, para afirmar que frequentemente o aleatório faz com que a arma que nos resta seja a persistência. “É por isso que as pessoas bem-sucedidas em todas as áreas quase sempre fazem parte de um certo conjunto – o conjunto das pessoas que não desistem”, diz, no livro.

Citando Thomas Watson, ele diz que “se quiser ser bem-sucedido, duplique a sua taxa de fracassos”. É matemática, ou probabilidade: quanto maior o número de tentativas, maiores as chances de se conseguir algo.

Usando as leis de probabilidades, mostra como estava errado um exame de sangue que o apontou como HIV positivo em 1989, embora não fizesse parte de nenhum “grupo de risco”. Tomando por base o fato de que ele estava fora de qualquer grupo de risco e de que apenas 1 a cada 10.000 homens brancos heterossexuais não-usuários de drogas tinha HIV, chegou à conclusão de que havia apenas 1 chance em 1000 de que estivesse contaminado, e não o contrário.


A partir das probabilidades como ferramenta principal, Mlodinow diz que a confiança que temos em testes médicos – ou de antidoping, para atletas, por exemplo – deve ser na medida de sua imprecisão, ou margem de erro. Segundo ele, as taxas de falha desses exames muitas vezes podem variar de 1% a até 15%, dependendo do caso.

E afirma que a chance de se ganhar na loteria nos EUA é a mesma de se morrer em um acidente de carro a caminho da compra do bilhete.

Foi assim, por vezes se assombrando com a própria experiência e por outras se divertindo, costurando a história de teorias matemáticas com exemplos práticos, que o físico escreveu o bem-humorado “O Andar do Bêbado” – síntese da aleatoriedade, o ébrio parece sempre estar a um ponto de cair, mas o próximo passo é imprevisível.

Leia abaixo alguns trechos da entrevista do iG com Leonard Mlodinow.

iG - Com tanto acaso no mundo, a sorte existe?
Leonard Mlodinow - Claro, a sorte existe. Se acontece em seu favor, você pode considerar sorte. Se eu lhe oferecer US$ 100 se uma moeda der ‘cara’, e der, isso pode ser considerado sorte; se der ‘coroa’, é azar.

iG - De acordo com um conceito que o sr. cita, a probabilidade de um evento acontecer ao mesmo tempo de outro é sempre menor do que a probabilidade de um evento acontecer independentemente. Então, se uma pessoa for mentir ao chefe por estar atrasado para o trabalho, ele será mais convincente se der só uma desculpa, em vez de dizer que estava trânsito, o pneu furou e a mulher quebrou a perna...?
Leonard Mlodinow - É melhor dar só uma desculpa. O chefe pode pensar: essas são todas coisas raras e todas elas aconteceram com você hoje? ‘Ok, trânsito é comum, pneu furado acontece em 1/100 casos, e a mulher quebrou a perna...’ Junta tudo. Soa muito menos provável. Quando falamos algo muito específico, soa mais provável, mas na verdade é muito menos provável de acontecer. Mentiras vagas são melhores.

iG - Qual a chance de uma superstição dar certo?
Leonard Mlodinow - Superstições são baseadas em coincidências ou no que você quer acreditar. As pessoas gostam de achar que tem controle. Se um jogador de futebol põe as meias ao contrário e faz dois gols ele pode achar que foi por isso. Quando se tem uma teoria, há uma tendência de acreditar no que a confirma e desacreditar o que a refuta.

iG - É possível que o acaso esteja apenas seguindo uma certa “lei” do universo que simplesmente ainda desconhecemos?
Leonard Mlodinow - Claro. Primeiro, no nosso dia-a-dia não há acaso real. Está tudo baseado no nosso desconhecimento. Se uma pessoa for atravessar a rua e for atropelada, se ela soubesse que viesse naquela hora um motorista bêbado, poderia evitar. Mas não se sabe essas coisas, então vira o acaso. Se os fundamentos da física estão corretos, há uma certa aleatoriedade na física quântica que não se poderia nunca prever, mas isso não é a vida cotidiana, que segue as leis de Newton.

iG - O sr. diz que nunca se deveria julgar as pessoas pelos resultados, mas é assim que estamos acostumados a fazer.
Leonard Mlodinow - Essa é a maneira preguiçosa de se avaliar alguém, é a maneira mais fácil. Um jogador de futebol com sorte pode ter um ano maravilhoso e depois nunca mais repeti-lo. As estatísticas daquele ano o levariam a ser contratado para um grande time e a receber milhões. É assim também no ramo dos executivos. Mas convém julgar as pessoas mais pelos seus talentos do que por seus resultados.

iG - No livro, o sr. cita Thomas Watson, dizendo que “se quiser ser bem sucedido, duplique a sua taxa de fracassos”. Essa é a receita do sucesso, não desistir nunca?
Leonard Mlodinow - Não digo que seja a receita do sucesso nem que deva regular a vida de ninguém. Mas é muito importante e reconfortante, porque todos nós fracassamos. O negócio é continuar tentando, como o coelhinho da propaganda da Duracell.

iG - A partir de exemplos que o sr. citou no livro, testes médicos com resultados equivocados são mais comuns do que imaginamos. Isso significa que não devemos confiar neles?
Leonard Mlodinow - Sim, devemos confiar neles, mas da mesma maneira que confiamos em uma pesquisa de opinião, dentro de suas margens de erro.

iG - Quando o sr. recebeu o teste com HIV positivo começou a fazer as probabilidades de estar errado? O sr. se deu conta do erro do teste logo?
Leonard Mlodinow - Só me dei conta semanas depois. Fiz um monte de testes e depois disseram que eu estava bem. Por algumas semanas foi horrível. Eu nem pensei nisso. Só depois me dei conta disso e fiz os cálculos. Entre homens brancos, heterossexuais e não-usuários de drogas injetáveis, as chances de contaminação eram de 1 em 10.000, e ocorriam 10 falsos positivos em 10.000 testes. Então, na ocasião, a chance de eu não estar contaminado era de 10/11.

iG - Para o uso prático, o que é mais útil aprender: probabilidades ou estatística?
Leonard Mlodinow - Ambos.

iG - O sr. estava no World Trade Center no dia 11 de setembro de 2001 e sobreviveu. O que estava fazendo lá?
Leonard Mlodinow - Tinha levado meu filho ao jardim de infância, estava do lado de fora. Eu morava a um bloco dali. Estava ali todo dia, então minhas chances de estar ali eram maiores do que a da maioria. Tinha muito pouca gente nos prédios àquela hora. Se o ataque fosse mais tarde, teria dez vezes mais gente. A maioria das pessoas não chegam para trabalhar às 8h30.

iG - O sr. critica rankings feitos por experts em vinhos e comida. Eles são imprecisos em suas análises?
Leonard Mlodinow - É como todo o resto, olhe para a margem de erro deles. Um desses experts admitiu para mim: ‘É, a margem é de três ou quatro pontos, em 100. Então, quando se compra um vinho cuja nota é 91, poderia ser 88 ou 94. Se for 94, você gastará mais US$ 20 do que se for 88. Um dia é 88, outro é 91, outro é 94. Um 96 é provavelmente melhor que um 86. Eu tento ignorar essas classificações, porque mesmo que você saiba que não há diferença é difícil ignorar. É a mesma coisa com o truque de preços US$ 19,99. São US$ 20. Mas US$ 19,99 soa muito mais barato que US$ 20. Eu repito para mim mesmo: US$ 20. É difícil não se impressionar, mas deve-se tentar.

iG - Quais são as chances de que Deus exista, em sua opinião?
Leonard Mlodinow - Não tenho nenhuma ideia. Eu não tenho nenhuma razão para acreditar que exista. Não quer dizer que não é verdade. Mas também não digo que tenha alguma razão para dizer que não exista. Como muitas coisas, não tenho razão para dizer que não é verdade. Eu poderia acreditar que vou ganhar na loteria, e isso me faria muito feliz, como meu pai, que comprava um bilhete todo dia. Ele nunca venceu, mas isso o fez feliz.

iG - O sr. nunca lhe disse quais eram as verdadeiras chances que ele tinha?
Leonard Mlodinow - Não, eu lhe comprava bilhetes! É um jeito mais barato de se ter esperança que a religião. E ninguém morre disso... Na verdade, morre, sim... Mostro no livro que tantas pessoas morrem no caminho para comprar bilhete, em acidentes de carro, quanto ganham na loteria. Eu calculei isso. Para cada vencedor, um morre em acidente indo comprar um bilhete, com base em dados do Departamento Nacional de Trânsito dos EUA.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

10 Melhores livros de John Grisham para você ter na estante


1 - A firma: Mitchell McDeere, um dos melhores alunos de Direito, em Harvard, vai trabalhar na Bendini, Lambert e Locke, uma rica firma especializada em direito tributário. Logo de início, ele suspeita de que há algo de errado na firma, ainda mais quando dois sócios morrem em um estranho acidente nas Ilhas Cayman.


2 - O Homem que fazia chover: Esta é a história de um jovem estudante que se vê obrigado a enfrentar uma das mais poderosas e corruptas companhias dos Estados Unidos. Tendo como meta desvendar uma audaciosa fraude na área da saúde, a trama tem como cenário uma poderosa indústria e seu experiente corpo de advogados.

3 - O último jurado: Em uma área de mata densa e coberta por pântanos, charcos e brejos instalou-se, no Mississipi, a família Padgitt, desde sua origem, notória por feitos ilícitos: vários anos de fabricação de uísque ilegal, contrabando, roubo, suborno, prostituição e até assassinato..

4 - Tempo de matar: Pena de morte. Até que ponto se é contra? Até que ponto se é a favor? Se dois drogados estupram, torturam e tentam matar uma menina de 10 anos, qual a pena que deveriam ter? E se um pai, chocado com todas estas barbaridades cometidas contra a filha, resolve fazer justiça com as próprias mãos, o que ele merece? Pelas leis do Mississípi, Estados Unidos, 20 anos de prisão para os primeiros e a cadeira elétrica para o segundo.

5 - O negociador: Em O Negociador, o leitor é apresentado a Kyle McAvoy, um estudante de direito brilhante e idealista com um futuro promissor a sua frente. Prestes a se formar, Kyle já planejou a sua vida - três anos de serviço público, ajudando os menos afortunados, e depois uma próspera carreira em uma grande firma de direito em Wall Street. Tudo caminha para isto até que o jovem é procurado pelo misterioso Bennie Wright, que lhe mostra um vídeo amador feito no apartamento de Kyle e mais três amigos, cinco anos antes.

6 - O júri: Neste thriller, John Grisham volta a mostrar, de forma chocante, um sistema judicial extremamente corrupto, onde suborno, chantagem e arrombamento são os recursos mais utilizados para a obtenção da vitória; 

7 - O sócio: Em O Sócio, John Grisham mostra ao leitor como funcionam as engrenagens no mundo dos ladrões de colarinho-branco. Como roubar e ser bem-sucedido tendo como ferramentas apenas um pouco de coragem e muita, muita astúcia. Patrick Lanigan, um brilhante advogado americano, deu um golpe de mestre em sua ex-firma de advocacia.

8 - A confraria: Trumble é uma prisão de segurança mínima, para criminosos de baixa periculosidade- traficantes de drogas, ladrões de banco, falsários, sonegadores de impostos, escroques de Wall Street, um médico e, pelo menos, cinco advogados. Entre os detentos, há três ex-juízes, membros de um grupo autodenominado A Confraria.

9 - O advogado: Desta vez John Grisham traz uma história centrada em Michael - profissional talentoso da gigantesca firma de advogados Drake & Sweeney, que num prazo de três anos se tornaria sócio. Porém, um encontro violento com um sem-teto e uma investigação fez com que ele descobrisse um segredo terrível. 

10 - O homem que fazia chover: Esta é a história de um jovem estudante que se vê obrigado a enfrentar uma das mais poderosas e corruptas companhias dos Estados Unidos. Tendo como meta desvendar uma audaciosa fraude na área da saúde, a trama tem como cenário uma poderosa indústria e seu experiente corpo de advogados.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Veja quem é escritor mais bem pago do mundo


Forbes revela que livros de James Patterson ganhou mais do dobro do que a segunda classificada, Danielle Steel

TVI / Portugal

James Patterson é o escritor mais bem pago do mundo, graças aos seus populares livros de suspense, que lhe renderam no último ano 58,6 milhões de euros, segundo uma lista divulgada esta quinta-feira pela revista económica Forbes.

Patterson, que construiu um autêntico império literário com os seus romances e outros produtos, como adaptações para televisão ou banda desenhada, ganhou de Maio de 2010 a Abril de 2011 mais do dobro que a segunda classificada da lista, a autora de romances românticos Danielle Steel, que arrecadou 24,4 milhões de euros.

Num período complicado para o mercado do livro, devido à queda das vendas de exemplares em papel, Patterson ganhou nestes meses mais 9,7 milhões de euros que um ano antes, quando ocupava já o primeiro lugar da lista elaborada pela revista de economia norte-americana.

A Forbes reconhece que «o tempo dourado do mundo editorial terminou», embora os autores mais vendidos «não tenham ficado exactamente feridos, já que há inclusive quem tenha mais lucros que nunca», por ter apostado em força no mercado dos livros electrónicos e por «diversificar de forma agressiva as suas marcas em contratos multimédia e licenças de todo o tipo».

Os autores mais ricos têm em comum uma inclinação pelos enredos de fantasia ou mistério, mas também a habilidade para criar sagas e produtos derivados, como adaptações para o cinema e para a televisão.

É o caso do autor que ocupa o terceiro lugar da classificação: Stephen King, que escreveu títulos tão conhecidos como «Carrie» e «The Shining» e é um dos mais adaptados ao pequeno e ao grande ecrãs, e que obteve a medalha de bronze desta lista com os 19,5 milhões de euros que arrecadou no período estudado.

Seguem-se-lhe a autora de livros de mistério Janet Evanovich, com 15,3 milhões de euros, e Stephanie Meyer, que ganhou 14,6 milhões, graças às vendas dos romances de vampiros da popular saga «Crepúsculo» e das respectivas versões cinematográficas.

O autor da saga juvenil «Percy Jackson e os Deuses do Olimpo», Rick Riordan, obteve também 14,6 milhões de euros, ao passo que Dean Koontz arrecadou 13,2 com os seus livros de mistério em que mistura aspectos de terror com ficção científica.


John Grisham, conhecido pelos seus romances de intriga judicial, embolsou 12,5 milhões, com os quais ocupa o oitavo posto, antes de Jeff Kinney, que concebeu a bem-sucedida série de livros «O Diário de Greg», com 11,8 milhões de euros.

Nicholas Spraks, autor de romances românticos, ganhou 11 milhões de euros entre Maio de 2010 e Abril deste ano, mais que o autor seguinte da lista: Ken Follett, cujos romances históricos e de mistério lhe renderam 9,8 milhões de euros.

Completam a lista da Forbes Suzanne Collins (sete milhões de euros) e a criadora das aventuras de Harry Potter, J.K. Rowling (3,5 milhões de euros). No entanto, os seus lucros podem disparar a partir de Outubro próximo, segundo a Forbes, quando se puser em marcha «Pottermore», uma página da internet em que haverá uma loja virtual com material inédito baseado no mundo do jovem mago, além de videojogos e outros conteúdos.

A Forbes explicou que elaborou esta lista - este ano, composta por 13 nomes - baseando-se em números de vendas recolhidos pela Nielsen Bookscan, nos dados divulgados pelas editoras na revista Publishers Weekly e em várias informações obtidas de «numerosos agentes e editores».

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The World's Highest-Paid Authors

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Matando John Grisham

nytheatre.com review

FringeNYC Festival Review
Nat Cassidy

Pictured: J.H. Smith III, Molly Anne Coogan, and Matthew Tully Brown in Killing John Grisham (photo © Mandy Menaker)

For the first three years of my New York City life, I spent nearly every day working at the downtown independent bookstore Shakespeare & Company, first on the floor and then in the stockroom as the shipping and receiving manager. I was surrounded by books, I got to discuss literature all day long, I made less money than any sane person should be satisfied to live on, and I equally loved and loathed every second of it. If playwright Jack Moore doesn’t have a similar job lurking somewhere down in his curriculum vitae, I’d be stunned—his Killing John Grisham is a witty, clever play that, while touching upon many issues and ideas, is in the end a loving/loathing paean to that particular circle of Dantean retail hell: bookstore employment.

Acted gamely by a young cast (all seemingly in their early-to-mid-twenties excepting Christopher Cartmill as John Grisham himself, who functions as the only adult in the room while bringing a beautifully paternal-yet-smarmy aloofness to the arguably egregiously-popular author), Moore’s play centers on three workers at Shakespeare and Shaw Bookstore: Michael, the quiet new guy who’s content to do his job and then read on the floor; Kevin, the know-it-all, literarily elite smartass who can’t even pay James Joyce a compliment without adding some editorial disclaimers; and Josh, the put-upon manager, who’s spent the past three years working on a novel that he’s finally letting people read, despite an overwhelming fear of its inadequacies.

It turns out his fears are misplaced—even Kevin (played with an enjoyable, preening charm by J.H. Smith III) thinks the book is fantastic, and he “hates everything!” However, complications arise when everybody’s favorite purveyor of formulaic legal thrillers, John Grisham, comes to the store to give a reading of his newest potboiler and then, a few months later, publishes a novel with a different (better?) title but the exact content as Josh’s deeply personal masterpiece. Throw in an erratically violent underside to one of the bookstore employees and next thing you know, Josh and company have an increasingly worsening situation on their hands.

The first act of the show is an utter delight. The dialogue is snappy, the dynamics are effervescent and intelligent, and the plot devices that are set up are rife with promise (the moment when Josh, Michael, and Kevin realize what Grisham has done is especially beautifully played).

The second act, while having its share of laughs and good lines, is ultimately a bit of a letdown, as the plot almost seems to get in the way of what Moore and director Nicole A. Watson want their characters to experience emotionally. The resolution of Josh’s girlfriend Rebecca’s journey, in particular, comes across slapdash, and I was left unsure as to what the piece was finally trying to leave us with—whether a lesson had been learned or another Grisham-like monster had been created. I’m all for ambiguity, but it seemed to arise more from tonal inconsistencies than intent.

Still, Watson’s direction keeps things going at a good pace and she moves the ensemble well through Raphael Mishler’s simple but exact and effective set. Toby Jaguar Algya’s sound design is a great complement to the action on the stage and the lighting by Greg Solomon ably and smartly utilizes the Festival’s limited lighting options to excellent effect. I can easily recommend this FringeNYC installment for its good humor, great promise, and wonderful evocation of a world some of us might know all too well. And if there’s a show that better uses references to The Firm this year, I’d like to see it.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Resenha do livro 'A Confissão'


Uma líder de torcida assassinada, uma estrela de futebol falsamente acusado e um maníaco sexual condenado com a consciência pesada, estes são os ingredientes/personagens de mais um 'thriller jurídico alucinante' de John Grisham.

Em 'A Confissão' (Rocco), o autor faz um crítica veemente ao sistema da pena de morte, vigente em alguns Estados americanos, utilizando personagens que devem ficar na lembrança de seus leitores por um longo período.

O tempo corre, e os leitores tem a impressão de ouvir o tic-tac de uma bomba relógio prestes a explodir durante o desenrolar do trama, onde nos deparamos com importantes 'confissões'. Uma tomada por coação do jovem negro do Texas, Donté Drumm, a outra feita pelo estuprador em série, Travis Boyette, ao Reverendo Keith Schroeder, iniciando a partir daí uma incansável busca para tentar provar a inocência de Donté, e impedir sua execução no corredor da morte.


Personagens principais

Donté Drumm
Estrela do time de futebol da escola. Condenado injustamente.

Roberta Drumm
A Mãe sofredora sempre na esperança que verá seu filho livre e inocentado.

Nicole Yarber
A jovem líder de torcida, cujo personagem Donté foi acusado de estupro e morte.

Reeva Yarber
Mãe da menina que é apresentada como uma mulher que só gosta de aparecer.

Travis Boyette
Maníaco estuprador, alega estar em estado terminal, e decide procurar o reverendo Keith para 'confessar' o crime.

Robbie Flak
Advogado que trabalha incansavelmente para provar a inocência de Donté.

Reverendo Keith Schroeder
Pastor luterano, torna-se auxiliar e uma espécie de cúmplice de Boyette.

Joey Gamble
Testemunhou falsamente contra Donté.


OBS: O título (The confession), atualmente é o 4º livro mais vendido dos Estados Unidos na lista dos 150 top-selling do USA Today. (livros mais vendidos deste seu lançamento)
 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

'A Confissão' [1]


Nicole não tinha histórico de problemas emocionais, distúrbios alimentares, comportamento errático, cuidados psiquiátricos ou uso de drogas. Elas simplesmente desaparecera. Sem testemunhas. Sem explicações. Nada. Vigílias de oração em igrejas e escolas aconteciam ininterruptamente. Uma linha especial foi criada e houve uma enxurrada de telefonemas, mas nenhum se mostrou convincente. Foi criado um site na internet para monitorar as buscas e conter fofocas. Especialistas, reais e falsos, foram à cidade oferecer conselhos. Um médium apareceu sem ser convidado, mas deixou a cidade quando ninguém se dispôs a pagar. Enquanto as buscas se arrastavam, as fofocas se multiplicaram, com a cidade não falando em quase mais nada. Um carro de polícia ficava parado 24 horas por dia diante da sua casa, aparentemente para fazer a família se sentir melhor. A única emissora de televisão de Slone contratou outro foca para descobrir tudo. Voluntários vasculhavam a região, com a busca se estendendo ao interior. Portas e janelas foram trancadas. Pais dormian com as armas nas mesinhas de cabeceira. Crianças pequenas eram vigiadas atentamente pelos por pais e babás. Pregadores modificaram seus sermões para reforçar seus ataques ao mal. A polícia deu entrevistas diárias na primeira semana, mas quando se deu conta de que não tinha nada a dizer, começou a pular alguns dias. Estavam esperando, contando com uma pista, um telefonema inesperado, o informante interessado no dinheiro da recompensa. Rezavam por um golpe de sorte.

Trecho do livro 'A Confissão', p. 24,  de John Grisham (Editora Rocco)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

John Grisham ganha o prêmio Harper Lee


O autor best-selling é o vencedor inaugural do prêmio Harper Lee para a ficção legal pelo seu trabalho 'A Confissão'

O prêmio, criado pela faculdade de direito da Universidade do Alabama, será dado anualmente à ficção publicada que o “melhor exemplifica o papel positivo dos advogados na sociedade e no seu poder de efetuar mudanças.”
'A Confissão', selecionada por um comitê que incluem David Baldacci autores e por Linda Fairstein, documenta esforços de um advogado para manter seu cliente inocente de sua execução. O livro atualmente ocupa a 9º posição na lista dos best-sellers do USA Today desde seu lançamento em Outubro de 2010.

Grisham será premiado no dia 22 de Setembro em uma cerimônia em Washington D.C. Sua próxima ficção, The Litigators (Doubleday), será publicada no dia 25 de Outubro.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Theodore Boone: O Rapto



















Theodore Boone: The Abduction (TheodoreBoone: O Rapto), segundo livro da série Theodore Boone escrito por John Grisham para o público infanto-juvenil foi lançado no começo de Junho nos Estados Unidos. (ainda sem previsão de lançamento no Brasil)

Theodore Boone está de volta em uma nova aventura, e os riscos são maiores do que nunca.

Quando sua melhor amiga, April, desaparece do quarto dela no meio da noite, ninguém, nem mesmo Theo Boone - que conhece April melhor do que ninguém - têm as respostas.

Neste romance cheio de suspense, John Grisham o bestseller # 1 e mestre indiscutível do thriller jurídico, traz novamente Theodore Boone que manterá os leitores intrigados até o fim.

Páginas: 272 Páginas
Editora: Dutton Juvenile


“Grisham clássico” - Los Angeles Times


Página oficial da série
Clique aqui para ler o primeiro capítulo (em inglês)


(Spot para TV)

(Capa do livro lançado na Inglaterra)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Promoção "A Confissão"


Surpresa! Para comemorar o lançamento de novo livro de John Grisham, começamos hoje uma promoção  do John Grisham Brasil em parceria com a Editora Rocco! O vencedor do sorteio leva pra casa o novo livro do autor, "A confissão"!

E para você participar é muito simples, basta seguir o John Grisham Brasil e a Editora Rocco no Twitter e tuitar a seguinte mensagem:

Eu sigo a @editorarocco e o @jgrisham_br para concorrer ao novo livro de John Grisham! Detalhes em: http://jgrishambrasil.blogspot.com

Corra , você tem até o dia 25 de Julho 2011, para participar! A promoção é válida para todos os residentes em território brasileiro. O sorteado será divulgado no blog e no Twitter. Não perca essa chance!


quarta-feira, 13 de julho de 2011

Juliette Lewis junta-se a Josh Lucas na versão televisiva de "A Firma" (The Firm)


Juliette Lewis (na imagem) e Callum Keith Rennie acabam de se juntar a Josh Lucas na versão televisiva de "A Firma", uma famosa obra de John Grisham que já tinha sido adaptada ao cinema em 1993 com Tom Cruise no papel principal.

A NBC ordenou a execução de 22 episódios que seguirão os eventos após os do filme, quando Mitch McDeere abandona o programa de protecção de testemunhas.

Recordamos que no filme seguíamos um advogado, Mitch McDeere (Tom Cruise), que era contratado por uma famosa firma com ligações à Máfia. Quando McDeere ameaça de alguma forma a empresa, ele começa a ser perseguido e chantageado por estes.

Artigo retirado do site www.c7nema.net

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Thriller com pesada crítica à pena de morte

Pena de morte é assunto polêmico. Sempre foi e segue sendo. Há quem diga que a pena é um favor da sociedade para determinados criminosos incorrigíveis e que o melhor é a prisão perpétua ou a condenação a prestação de serviços à comunidade. Outros apontam para injustiças históricas de julgamentos e execuções e são contra a pena capital. O romance A confissão, de John Grisham, o papa dos thrillers jurídicos, que marca sua consagradora volta à narrativa longa, lançado há dias no Brasil, é, antes de tudo, uma pesada crítica à pena de morte. Nunca o autor assumiu posição tão clara sobre tema tão polêmico. O livro permaneceu por cinco meses na lista de mais vendidos do The New York Times e chega às livrarias juntamente com a reedição da obra completa do autor pela Editora Rocco, com novo e sofisticado projeto gráfico. Grisham já vendeu a bagatela de 275 milhões de exemplares em 29 idiomas. A narrativa traz o protagonista Donté Drumm, condenado por um crime que não cometeu, o assassinato de sua colega de escola Nicole Yarber. A menos de uma semana para a data da execução, o verdadeiro assassino, Travis Boyette, aparece para assumir a culpa. Travis é portador de um tumor cerebral, está com os dias contados e parece se sentir mal por enviar um inocente à morte. A questão é que o implacável sistema jurídico norte-americano já ligou seu relógio para a execução de Drumm e a revelação de última hora pode não ser suficiente para parar o cronômetro. Ninguém parece disposto a admitir o erro. A vida de um homem está em jogo e o Texas está com tudo pronto para executá-lo. Um advogado disposto a tudo para defender o cliente, críticas a um sistema judiciário corrupto e incompetente e outros elementos já bem conhecidos da obra de Grisham estão na obra que prende os leitores desde o início, com seu suspense arrebatador.
A confissão levanta a questão de até que ponto alguém tem o direito de decidir sobre a vida ou morte de outra pessoa, tomando como base fatos nem sempre comprovados. Depois de ouvir a confissão o reverendo Keith Schroeder e os leitores embarcam, junto com outros personagens, numa corrida louca para evitar a execução de Drumm. Keith e Travis lutam para serem ouvidos, mas o relógio anda inexoravelmente rumo à hora final de um homem condenado por um crime que não cometeu. Editora Rocco, 480 páginas, R$ 39,50, tradução de Alexandre Martins.

Fonte: Jaime Cimenti / Jornal do Comércio

quarta-feira, 22 de junho de 2011

The Litigators / Os Litigantes


Novo thriller jurídico de John Grisham, Os litigantes (384 páginas), será lançado nos Estados Unidos, pela Doubleday, em 25 de Outubro deste ano.

O mestre incomparável do thriller jurídico leva-nos mais profundamente no labirinto que é o sistema de justiça americano, sempre atraindo-nos com um gancho irresistível, puxando o fio da tensão mais e mais, e depois no surpreende com uma conclusão nunca vista.


Em breve, maiores informações.