sábado, 25 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Júri em Blu-ray


Após considerar que uma grande empresa é a culpada pela morte de seu marido, uma viúva decide entrar com um processo na justiça, pedindo uma indenização milionária. Para defendê-la ela contrata o advogado Wendell Fohr (Dustin Hoffman), que usa o consultor de júris Rankin Fitch (Gene Hackman) para selecionar os jurados de forma a garantir de antemão sua vitória no julgamento. Porém o que Fohr e Fitch não contavam é que um dos jurados, Nicholas Easter (John Cusack), tem seus planos para manipular o júri. E, com o apoio de Marlee (Rachel Weisz), passa a chantagear a dupla avisando que o veredicto desejado sairá bastante caro.

Tipo de Midia Blu-Ray
Gênero Suspense
Atores John Cusack, Gene Hackman, Dustin Hoffman, Rachel Weisz, Bruce Davison, Bruce McGill, Jeremy Piven, Nick Searcy, Stanley Anderson, Cliff Curtis,
Direção Gary Fleder,
Idioma Português, Inglês, Espanhol,
Legendas Português, Inglês, Espanhol,
Ano de produção 2003
País de produção Estados Unidos,
Duração 122 min.
Distribuição Fox Home Entertainment
Região América do Norte, América Central, América do Sul,
Áudio Português(Dolby Digital 5.1), Espanhol(Dolby Digital 5.1), Inglês(5.1 DTS-HD MA)
Vídeo Widescreen 2.35:1
Cor Colorido

Extras * Comentário em áudio
* Cenas excluídas
* Making of

* Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos


Maiores informações sobre o filme e o livro

domingo, 28 de novembro de 2010

Theodore Boone: aprendiz de advogado


Lançamento
Editora Rocco
304 p.
2010

Theodore Boone tem 13 anos, vive com os pais e sonha se tornar um grande advogado quando crescer. Mas quando se vê envolvido no centro de um terrível assassinato, ele descobre que o tribunal está mais perto do imaginava. Um perigoso assassino está prestes a ser libertado e Theo é o único que sabe a verdade. Os riscos são grandes, mas o jovem não vai desistir enquanto a justiça não for feita. Estreia do besteseller John Grisham no segmento infantojuvenil, o livro estreou na disputada lista dos mais vendidos do The New York Times na semana do seu lançamento, permanecendo entre os bestsellers do mercado norte-americano durante mais de 15 semanas. Mestre dos tribunais, John Grisham é autor de 24 livros, que venderam mais de 250 milhões de exemplares em todo mundo.

sábado, 20 de novembro de 2010

Mestres do suspense revezam estilos


Após lançarem livro de contos e romance, best-sellers Stephen King e John Grisham trocam de gênero em novas obras

Enquanto o primeiro se sai bem no volume "Full Dark, No Stars", o segundo enche linguiça em "The Confession"

KING PARECE CAPAZ DE ESCREVER HISTÓRIAS COMPACTAS OU IMENSAS COM A MESMA FACILIDADE

É UM ROMANCE SÓLIDO, MAS LERDO, QUE NÃO PODE SER INCLUÍDO ENTRE OS MAIS ESCALDANTES DE GRISHAM

JANET MASLIN
DO "NEW YORK TIMES"

Em novembro do ano passado, John Grisham lançou "Caminhos da Lei" (Rocco, R$ 38,50; 320 págs.), uma coleção de contos por um autor cuja especialidade são os romances jurídicos.

São histórias reveladoras. Demonstram quanta verve, suspense, informação e ambiguidade moral Grisham é capaz de inserir em uma estrutura básica de trama. Ele se prova capaz de realizar em 40 páginas o que normalmente faz em romances dez vezes mais extensos.

No mesmo mês, a Scribner publicou "Under the Dome" (sob o domo), de Stephen King, mais um de seus tijolos literários de mais de mil páginas. É um livro complicado, com tamanho de peso para portas, mas é uma das mais ágeis e enxutas realizações narrativas do escritor.

Passado um ano, a situação se inverteu. Grisham retomou o seu formato longo usual com "The Confession" (A confissão, a ser lançado pela Rocco em data a definir), sobre um homem injustamente condenado que aguarda execução em uma penitenciária do Texas.

E King decidiu trabalhar em modo curto com "Full Dark, No Stars" (escuro total, sem estrelas, sem previsão de lançamento no Brasil), uma coleção de quatro histórias assustadoras e com moral no final.
Dois dos mais prolíficos e constantes escritores populares americanos variaram o passo ao mesmo tempo.

Como se saem no contraste entre formatos longos e curtos?

No caso de Grisham, é mais fácil avaliar devido à maneira mecânica pela qual "The Confession" foi construído. O livro inteiro gira em torno de um elenco pequeno e de uma premissa que envolve só três personagens.

Primeiro ele inventou Donté Drumm, um jogador negro de futebol americano que, em 1998, foi condenado pelo estupro e homicídio de Nicole Yarber, uma branca animadora de torcida que era sua colega de classe.

Depois, ele inventou Travis Boyette, um criminoso sexual vulgar que já passou pela prisão e chega a
Topeka, Kansas. Ele sofre de um tumor cerebral incurável e alega ser o assassino de Nicole.

Então surge o reverendo Keith Schroeder, pastor luterano de Topeka que se vê em um dilema terrível quando Travis aparece, pergunta se pode fazer uma confissão confidencial e diz: "Fui eu. Não sei o porquê".

ENCHEÇÃO DE LINGUIÇA
Já que Travis confessou alguns dias antes da execução de Donté (que também confessou, mas sob coação de policiais corruptos), "The Confession" funciona como uma corrida contra o tempo.

Também serve como longa lição sobre as divisões causadas pelas questões raciais e as injustiças praticadas sob o sistema judicial do Texas.

Grisham amplifica a trama por meio de Robbie Flak, o advogado de Donté, que não tem tempo para ouvir o reverendo; do governador Gill Newton, que espera explorar o caso para ganho político; de Dana Schroeder, a paciente mulher do pastor; de Reeva Pike, mãe de Nicole, que quer explorar a execução; e de Sean Fordyce, um apresentador de TV picareta.

Grisham identifica Sean como "um irlandês escroto de Long Island", o que permite que o leitor extraia suas próprias conclusões. Há muita encheção de linguiça. O desfecho não oferece grande suspense e momentos decisivos transcorrem bem antes do final.

Assim, temos um romance sólido, mas um tanto lerdo, que não pode ser incluído entre as histórias mais escaldantes de Grisham. Os momentos de aprendizado são mais importantes que os de suspense, algo de que King jamais poderia ser acusado.

PROPULSÃO E AGRESSÃO
"Full Dark, No Stars", de King, tem muitos momentos puros de terror. O tamanho da população de roedores que o livro abriga bastaria para valer o rótulo "horror".

Mas o trabalho atrairá mesmo leitores que se incomodam com o excesso de detalhes sobre roedores, especialmente em "1922", o primeiro dos quatro contos. A história é narrada por Wolf James, um fazendeiro do Nebraska que pareceria muito simpático não tivesse cortado a garganta da mulher, jogado o corpo em um poço e implicado o filho do casal no homicídio.

Quem, a não ser King, conseguiria tornar cativante uma situação como essa? O escritor costuma declarar que os melhores trabalhos de ficção são tanto "propulsivos quanto agressivos" e seu novo livro prova esse ponto.

Quando Wolf enfim descreve seu crime, já estabeleceu uma voz confiável, crível e exibe traços de profundo arrependimento. (Como os três outros contos do livro, "1922" tem por protagonista uma pessoa envolvida em uma barganha faustiana.)

Por isso é possível, se bem que não fácil, pensar no aspecto brutal dessa história não do ponto de vista da violência física, mas como expressão do estado mental torturado do protagonista.

PODER IMAGINATIVO
Os outros contos são mais contemporâneos, menos infestados de ratos e mais fáceis de apreciar. "Big Driver" (grande motorista) se destaca porque o personagem principal, como King, é uma escritora conhecida. É fácil imaginá-lo rindo ao conceber Tess, muito amada por seus romances de mistério, queridos das velhinhas.

No começo da história, Tess está a caminho de uma noite de autógrafos em Massachusetts. Ela foi convidada como tapa-buraco depois que Janet Evanovich cancelou sua participação.

King diz que imaginou a premissa enquanto dirigia pela mesma estrada pelo mesmo motivo, ainda que todos saibamos que ele jamais é convidado a substituir outro escritor em uma noite de autógrafos. Mas, ao fazer uma parada, viu uma mulher com o carro quebrado e teve um rompante de inspiração.

Em "Big Driver", Tess primeiro se perde e depois termina muito ferida. E ela jamais esteve mais desagradavelmente cônscia de sua condição de celebridade do que ao tentar decidir o que fazer. Será que ousa denunciar o que lhe aconteceu? O ataque a mudará para sempre?

O esforço de Tess para restaurar sua dignidade e segurança, e também para obter justiça, se transforma em exibição envolvente do poder da imaginação de King.

"Fair Extension" (extensão justa) é a piada mais sombria do livro, sobre um homem doente que só consegue adquirir saúde e felicidade ao impor misérias a um amigo que costumava ser frequente alvo de sua inveja.

E "A Good Marriage" (um bom casamento), que fala de um casamento nada feliz, aponta alegremente para os sinais de perigo na longa união entre um discreto contador que coleciona moedas e a mulher desprevenida.

O mais interessante do conto não é o segredo que a mulher descobrirá, mas o fato de King parecer capaz de escrever histórias compactas ou imensas com a mesma facilidade e de fazer do mais anódino dos contadores uma fonte de frisson.

Não importa qual seja a extensão dos textos, King sempre deixa uma mensagem simples: "Tá dominado".

Tradução de PAULO MIGLIACCI

THE CONFESSION

AUTOR John Grisham
EDITORA Doubleday (importado)
QUANTO US$ 15,48 (cerca de R$ 26,47) na Amazon (432 págs.)

FULL DARK, NO STARS

AUTOR Stephen King
EDITORA Scribner (importado)
QUANTO US$ 14,51 (cerca de R$ 24,81) na Amazon (384 págs.)

RAIO-X JOHN GRISHAM


VIDA
Nasceu em Jonesboro, EUA, em 1955. Graduou-se em direito

OBRA
Obteve reconhecimento comercial com thrillers judiciais, como "A Firma". É o único autor a vender 2 milhões de cópias de uma primeira edição além de J.K. Rowling ("Harry Potter")

RAIO-X STEPHEN KING


VIDA
Nasceu em Portland, EUA, em 1947

OBRA
Tornou-se célebre por narrativas de terror, como "Carrie, a Estranha", "O Iluminado" e a série "A Torre Negra". Escreveu 49 romances que venderam mais de 350 milhões de cópias


Fonte: Folha de S. Paulo

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Qual seu livro preferido de John Grisham?



Enquete encerrada.

Qual seu livro preferido de John Grisham?

Confiram os resultados:

Para a maioria dos leitores , o livro preferido de John Grisham é O Advogado com 18% dos votos, seguido de O Sócio com 16%. Os lanterninhas foram Esquecer o Natal, Nas arquibancadas e o recém-lançado Caminhos da Lei, cada um com 1%.

Tempo de matar (14%)
A Firma (13%)
O Dossiê Pelicano (8%)
O Cliente (2%)
A Camâra de Gás (2%)
O Homem que Fazia Chover (4%)
O Júri (12%)
O Sócio  (16%)
O Advogado (18%)
O Testamento (14%)
A Confraria  (8%)
A Casa Pintada (10%)
Esquecer o Natal (1%)
A Intimação (5%)
O Rei das Fraudes (9%)
Nas Arquibancadas  (2%)
O Último Jurado (9%)
O Corretor (10%)
Jogando por Pizza (1%)
O Recurso (12%)
O Negociador  (13%)
Caminhos da lei (1%)

Obrigado a todos os participantes!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

"The Confession" no Los Angeles Times


Book review: 'The Confession' by John Grisham

The murder of a prep cheerleader, a falsely accused football star and a convicted sex predator with a guilty conscience set in motion a breakneck-paced legal thriller with that Grisham touch.

By Chris Erskine | Los Angeles Times

If only life moved along at the same clip as a John Grisham novel. Beginning writers should study him the way budding composers study Brahms or Pachelbel. He is a master at pacing, even if that doesn't always make up for some of his shortcomings.

His latest, "The Confession," is again legal literature on meth. Travis Boyette is an evil, deathly ill parolee in Kansas with a secret he has to share with someone. The serial rapist picks everyman minister Keith Schroeder for his out-of-the-blue confession to the murder of a high school cheerleader in Texas a decade earlier.

The clock is ticking — it usually is in a Grisham thriller — and in this case that ticking is the impending execution of someone else for the crime, former linebacker Donté Drumm, who confessed to the rape-murder under duress.

Boyette, whose brain tumor is his own personal ticking clock, wants to clear his conscience and spare an innocent man the lethal injection that the state of Texas is about to administer. Reluctantly drawn into the saga, the Topeka minister agrees to drive Boyette to the east Texas town where the murder occurred, in hopes a confession will stop the wrongful execution of Drumm, now days away.

As always, Grisham's cast of characters could fill a courtroom —- you almost want a scorecard.

Atop the heap is Robbie Flak, whose aggressive little law firm "became the destination for those considered even remotely slighted by society. The abused, the accused, the mistreated...."

There is Drumm himself, whose body and spirit have withered after years on death row. Drew Kerber is the corrupt cop who helped coerce the bad confession. Paul Koffee is the prosecutor who saw the lousy-with-holes case through the courts and numerous appeals. Joey Gamble is Drumm's jealous former teammate, who falsely testified that he saw the black linebacker at the mall where the white cheerleader disappeared. Gill Newton is the "[b]rash, loud, vulgar (in private)" wildly popular governor of Texas, mindful only of his poll ratings.

Those are just the starters. The B-team consists of associates, judges, pastors and multiple mothers. Good thing Grisham tells his stories at a fierce, can't-put-it-down clip. For, if you ever set the book aside for more than a few days, you'd be forced to go back and highlight the names.

As always, the book starts fast and finishes faster, though there are those who claim Grisham's beginnings are always better than his endings. I see that, but this one wraps up nicely. And even amid the residue of an awful murder and a bum prosecution, he allows that a town filled with mostly decent people can prevail.

As is frequently the case with Grisham, there are no moral grays areas, which probably suits our polarized world. Those in power are corrupt; those who aren't are honorable but abused. He never seems able to mine the middle ground the way say, Tom Wolfe, or other more nuanced authors deftly do.

Two scenes in particular stand out. One is the replay of the teen's coerced confession, which doesn't really pack the emotional punch you'd expect. I never bought why a strong, bright young man could be so easily swayed.

The other scene is far more effective — a beautiful and personal reflection on a mother's love for the innocent young man whom most of the world thinks is a killer.

"Get up, Donté, and let's go to church," she says. "You'll find a wife there and have ten children. Hurry now, there's so much you've missed. Please. Let's go show you off in your fine new outfit. Hurry now."

chris.erskine@latimes.com

domingo, 10 de outubro de 2010

Pesquisa: John Grisham está entre os preferidos da América


Uma nova pesquisa da Harris Interactive - "America's favorite author", foi realizada on-line nos EUA entre 9 e 16 de agosto com 2.775 adultos, maiores de de 18 anos.

Na questão para "Quem é seu autor favorito?", o resultado ficou assim:

1º Stephen King

2º James Patterson

3º John Grisham

4º Nora Roberts/J.D. Robb

5º Tom Clancy


Para pesquisa completa, clique aqui

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

John Grisham em novas capas

Aos poucos, a editora Rocco tem alterado as capas dos livros de John Grisham, confiram abaixo, algumas mudanças recentes:

Tempo de Matar - 1989


O Rei das Fraudes - 2003

O Último Jurado - 2004


O que acharam?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

The Confession - A confissão

The Confession
Editora: Doubleday
432 p.

Um homem inocente está prestes a ser executado.

Apenas um homem culpado pode salvá-lo.

Para cada homem inocente condenado à prisão, há um culpado que fica do lado de fora. Ele não entende como a polícia e o Ministério Público prenderam o homem errado, e ele certamente não se importa.Ele simplesmente não consegue acreditar na sua boa sorte. O tempo passa e ele percebe que o erro não será corrigido: as autoridades acreditam no seu caso e estão determinados a obter uma condenação. Ele pode até mesmo assistir o julgamento da pessoa injustamente acusada do crime. Ele fica aliviado quando o veredicto é dado. Ele ri quando os policiais e os procuradores lhe congratulam.

Travis Boyette é um homem. Em 1998, na pequena cidade de East Texas Sloan, ele raptou, violou e estrangulou uma líder de torcida da escola. Ele enterrou o corpo dela para que ela nunca fosse encontrada, em seguida, assistiu com espanto a polícia e os procuradores prenderem e condenando Donté Drumm, uma estrela de futebol local, e marchou caminhou para fora do corredor da morte.

Agora, nove anos se passaram. Travis cumpre liberdade condicional em Kansas por um outro crime; Donté está a quatro dias de sua execução. Travis sofre de um tumor inoperável no cérebro. Pela primeira vez em sua vida miserável, ele decide fazer o que é certo e confessar.

Mas como pode um homem culpado convencer os advogados, juízes e políticos que estão prestes a executar um homem inocente?

The Confession será lançado nos EUA em 26 de outubro de 2010. Em pré-venda, está entre os 40 livros mais vendidos.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

"Caminhos da Lei" reúne contos de John Grisham, mestre dos romances de tribunal


"Caminhos da Lei" (Rocco) apresenta --pela primeira vez no Brasil-- algumas das narrativas curtas escritas pelo advogado e escritor John Grisham. Ele é o criador das histórias que deram origem a filmes como "O Cliente", "A Firma" e "O Dossiê Pelicano", entre outros nove títulos que foram parar na tela grande.

Nos contos, Grisham explora o embate do conservadorismo da classe média com sentimentos primitivos como o ciúme, a ambição e o tédio, em histórias emocionantes.

Os sete textos do volume têm como pano de fundo o mundo das leis e dos tribunais. Eles se passam no Mississipi (EUA), assim como em "A Firma" (Rocco), seu romance de estreia.

Grisham também é autor de "Tempo de Matar", "O Testamento", "O Negociador", "A Casa Pintada", "O Cliente" e "O Dossiê Pelicano", entre outros, todos lançados pela editora Rocco.

Fonte: Notícias Bol

"A Firma", ao contrário do que foi apresentado na matéria, não foi o primeiro romance de estreia de Grisham, e sim, "Tempo de Matar", lançado em 1989

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Os 10 escritores mais bem pagos. John Grisham em 8º na lista da Forbes



8º John Grisham (US$ 15 milhões)

John Ray Grisham Jr. é um escritor estadunidense. Sexto escritor mais lido nos Estados Unidos da América, segundo a Publishers Weekly. É ex-político e advogado aposentado. Escrevia nas horas em que o seu trabalho lhe permitia, e logo publicou seu primeiro livro, Tempo de Matar, em 1989. Seus livros giram sempre em torno de questões de advocacia, e geralmente criticam nuances do sistema judiciário americano e das grandes firmas de direito. Desde maio de 1998 a Universidade do Estado do Mississippi possui uma sala de leitura com o seu nome. Em 2006 figurou na Top 100 Celebrites da revista Forbes. Vive com sua esposa, Renée e suas duas crianças Ty e Shea.

Veja a lista completa, clicando aqui.

Livros de John Grisham por R$ 12,90 cada



Para quem é fã de histórias sobre o universo jurídico, o Submarino traz uma promoção especial. Cada livro da coleção por apenas R$ 12,90. Tenha em casa os melhores títulos do autor para ler quando quiser. Aqui você encontra super promoções de livros dos seus escritores preferidos. Mas não perca tempo, aproveite enquanto ainda tem.

Para acessar os títulos, PROMOÇÃO EXPIRADA

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Caminhos da Lei


Editora: Rocco
Tradução: Ana Deiró
ISBN: 978-85-325-2588-8
Páginas: 320
Ano de lançamento: 2010


Sete histórias sobre tribunais e julgamentos, contadas com suspense e ironia e construídas com personagens cheios de humanidade marcam a estreia de John Grisham na narrativa curta. Em Caminhos da lei, o autor retorna ao interior do Mississippi, local que serviu de cenário para o seu primeiro sucesso, Tempo de matar, para mostrar o confronto entre o conservadorismo da vida mediana e sentimentos como a ambição, o ciúme e o tédio, em dramas nada banais. Caminhos da lei marca também a estreia de novo projeto gráfico para a obra de Grisham. Até o final deste ano, outros quatro livros do autor chegam às livrarias em nova edição.

As cores e hábitos do Sul norte-americano dão o tom à coletânea. A aparentemente pacata cidade de Clanton, com apenas dez mil habitantes, torna-se palco de ações surpreendentes, revelando meandros escusos do sistema judiciário e hábitos arraigados que servem apenas de disfarce para falsos moralismos.

Entre as histórias, uma matriarca presa a uma cadeira de rodas embarca em uma viagem para visitar seu caçula no corredor da morte; um advogado beberrão e desiludido de repente ganha uma chance de mudar de vida com um caso há muito esquecido; um analista de seguro se reinventa com uma máquina de jogar cartas; um trapaceiro que trabalha em asilos faz amizades com os velhos moradores para aplicar alguns golpes; um azarado advogado reencontra um velho caso e logo se vê envolvido em um perigoso ajuste de contas; um antigo morador retorna para casa na tentativa de viver placidamente seus últimos dias.

Assim como Stephen King criou (e destruiu) a sua Castle Rock, John Grisham e sua Clanton entram no rol de grandes cidades literárias e é um dos maiores atrativos deste livro. Cheio de personagens memoráveis, alguns já velhos conhecidos dos leitores de Grisham, tramas inteligentes e surpreendentes, Grisham produz um livro fantástico com o charme do marcante acento sulista norte-americano.

domingo, 15 de agosto de 2010

Caminhos da Lei


Poster do novo livro de John Grisham, Caminhos da Lei, na Bienal do Livro em São Paulo

Infelizmente o livro não estava disponível para venda #vaientender

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Tony Scott e Shia LaBeouf juntam-se em história de John Grisham

Realizador e ator podem trabalhar em «O Negociador»

Por: Redacção / IGP



Tony Scott está em negociações para realizar o drama «O Negociador». O blog «Frankly My Dear» informa que Shia LaBeouf vai protagonizar a história.

O enredo, escrito por John Grisham (o mesmo autor de policiais, como «A Firma», «O Cliente» e «Dossiê Pelicano»), centra-se num jovem advogado que conhece obscuros segredos governamentais.

Scott acaba de rodar o thriller «Unstoppable», protagonizado por Denzel Washington e com estreia prevista nos EUA para 12 de Novembro. De momento, o cineasta está dedicado a vários projectos, como o drama «Emma`s War»

+ "O Negociador", de John Grisham, está a caminho dos cinemas

terça-feira, 20 de julho de 2010

John Grisham em dose dupla

Livro infanto-juvenil será lançado até o final do ano, mas em agosto os leitores de John Grisham já poderão ler “A lei


PublishNews


Chega às livrarias brasileiras até o fim do ano, pela Rocco, o primeiro livro da série Theodore Boone, que marca a estreia de John Grisham, autor de A firma e outros, no universo infanto-juvenil. Protagonizado por um jovem de 13 anos que entende mais de leis do que muitos advogados, o título foi lançado nos Estados Unidos em junho e faz jus à fama do autor: já se tornou best-seller. Antes desse lançamento, porém, a Rocco apresenta, agora em agosto, A lei.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

John Grisham já é sucesso entre os mais novos

O Estado de S. Paulo Por Raquel Cozer

INFANTO-JUVENIL

Best-seller para novo público

A estreia de John Grisham no gênero infanto-juvenil levou-o neste mês ao topo dos mais vendidos nos EUA e já tem dona no Brasil - até o fim do ano, a Rocco lança o primeiro título da série Theodore Boone, sobre um expert em advocacia de 13 anos. Antes, em agosto, sai A Lei, mais recente thriller de tribunal adulto do autor de A Firma.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

John Grisham: como Theodore Boone surgiu

John Grisham conversa com Gaby Wood, responsável da seção de livros do Telegraph, sobre por que ele decidiu escrever seu primeiro romance para crianças e que secretamente gostaria de criar algo como Harry Potter.



terça-feira, 29 de junho de 2010

John Grisham: Hollywood e sucesso

John Grisham conversa com Gaby Wood, responsável da seção de livros do Telegraph, sobre como sobreviver tendo seus livros transformados em filmes, e a convivência como os atores mais bem sucedidos do mundo.

Novo livro de John Grisham em Agosto


Contagem regressiva!!!


É isso mesmo, em Agosto de 2010 tem novo livro de John Grisham nas prateleiras!!!


Ford County já está em fase de finalização e tem como título provisório, A LEI.


O lançamento sairá pela editora Rocco que detém com exclusividade os direitos do autor no Brasil.


segunda-feira, 28 de junho de 2010

John Grisham: o problema com a política são os eleitores

John Grisham conversa com Gaby Wood, responsável da seção de livros do Telegraph, sobre o seu breve período como político e por que ele odiou esta fase em sua vida. A conversa aconteceu no Royal Institution com a participação de leitores do Telegraph.


terça-feira, 22 de junho de 2010

John Grisham: como me tornei um escritor

John Grisham conversa com Gaby Wood, responsável da seção de livros do Telegraph, sobre como ele deixou de ser um advogado medíocre, para se tornar um dos autores que mais vendem atualmente. A conversa aconteceu no Royal Institution com a participação de leitores do Telegraph.



Caso não esteja conseguindo visualizar o vídeo, clique aqui.

John Grisham dará palestra para bibliotecários


John Grisham dará palestra para bibliotecários Conferência anual da American Library Association (ALA) que acontecerá de 24 a 29 de Junho em Washington, DC

John Grisham irá falar na segunda-feira, 28 de junho das 13:30 às 14:30 Grisham (que raramente aparece em eventos), autor de 21 romances best-sellers, acaba de publicar o primeiro livro de uma série para jovens leitores. Theodore Boone: Kid lawyer foi lançado em 25 de maio. O segundo livro da série será publicado em 2011.

A Associação Americana de Bibliotecas é a maior e mais antiga associação de bibliotecas do mundo. Com mais de 62.000 membros, a ALA visa melhorar a qualidade das biblioteca e serviços de informação e de aumentar o acesso público à informação. Esta conferência anual ajuda a promover esses objetivos.

"Theodore Boone" no The Whashinton Post


by Mary Quattlebaum

Mega-seller John Grisham swelled the ranks of crossover writers last month with his first middle-grade novel, Theodore Boone: Kid Lawyer (Dutton, $16.99; ages 8-12). The only child of two attorneys, Theo, 13, loves courtrooms, "where lawyers battled like gladiators and judges ruled like kings." Unfortunately, a belabored story set-up and melodramatic whodunit mar this effort. Even young readers curious about legal matters may be put off by Theo's priggish tendency to advise peers and teachers rather than converse in a friendlier style.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

"Theodore Boone" no The Guardian


John Crace guardian.co.uk

Boone was an only child and for that reason usually had breakfast alone. His father, a busy lawyer, was in the habit of leaving early and his mother, also a busy lawyer, read the newspaper. "Lawyering is really interesting," he said to his dog. "I want to be a lawyer when I grow up."

Theodore – or Teddy as his mother called him – was only 13 he was already the most qualified lawyer in his home town of Strattenburg and he made a point of dropping in on Judge Gantry every morning on his way to school.

"So what do you think of the murder trial that's starting tomorrow?" Judge Gantry asked.

"I think Pete Duffy is definitely guilty but I'm not sure there is enough evidence to convict," Teddy replied. "By the way, can I have 16 tickets for the public gallery so my whole class can come?"

On his way out, Teddy passed the family court. "Don't cry," he said to his friend April whose parents were getting divorced. "A top lawyer will ensure your mother ends up with a good financial settlement.

Teddy hated his first lesson of the day because his teacher wasn't a lawyer but luckily Mr Mount, his government teacher, was, so the second lesson was really interesting.

"Tell everyone about the American legal system, Theodore," said Mr Mount.

"Well, the judge sits at the head of the court, and the defence and prosecution . . ."

"Please sir?" asked the only child still awake. "Why is Boone devoting pages and pages to this level of mind-numbingly dull detail?"

"Because Mr Grisham is trying to write a children's book and he hasn't a clue what he's doing. He thinks children like to be patronised."

Theodore went to the playground where Sandy was crying. "My parents' house is about to be repossessed and we will be homeless," Sandy sobbed. "Don't worry," Theodore said reassuringly. "A good lawyer will help your parents go bankrupt and they can keep the house." Another satisfied client.

The first day of the trial passed much as Theodore had predicted. There wasn't enough evidence to convict. On the way out of court, his classmate Julio tapped him on the shoulder. "My cousin is just a poor illegal immigrant from El Salvador so he won't go to the police," he said. "But he saw Duffy kill his wife."

Teddy gasped. So Duffy was definitely guilty; just as he had thought! But how could he bring him to justice? Just then, the hottest girl in the class came running. "My dog has been impounded and I can't pay the fine to have him released," she cried. "Pet law is a much underrated part of the legal system," Teddy replied. "With a little technical knowhow, I can get your dog back."

"Oh thank you," said hot girl. "I used to think lawyers were really dull, but now I'd take a nerd like you over one of the school hunks any day."

Teddy returned home, still wondering how to prevent a miscarriage of justice. "Whatever shall we do?' he asked his parents, the busy lawyers. "Well," they replied eventually. "We could get Julio's cousin's illegal residency status legally rectified. Then he can give evidence in court."

"Wow," Teddy exclaimed. "Who would have believed the plot would turn out to be so unbelievably simple?"

"It's because Mr Grisham thinks children are terribly stupid and won't be able to cope with anything more complicated."

There was a hush in court as Judge Gantry announced that thanks to new evidence, which had come to light as a result of Theodore's brilliant legal work, he was going to call for a retrial and that Duffy would definitely be found guilty and sentenced to death the following month.

"Hooray for Theodore," everyone cheered. Theodore smiled modestly. As they left the court, his English teacher whispered in his ear. "My brother has been done for drunk driving. Would you represent him at the supreme court?" A whole new series of books was opening up!

Digested read, digested: Theodore Boone and the Kiss of Death

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Aumento de visitas ao Jonh Grisham Brasil

O John Grisham Brasil (no ar deste 04/02/2010) obteve um aumento significativo em visitas nos últimos meses.

Graças a vocês

Obrigado!


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domingo, 30 de maio de 2010

Crítica "Theodore Boone" no Seattle Times

Kids' books: A look at "Theodore Boone," the first children's novel by best-selling author John Grisham. Plus, a link to the book's website.

By KAREN MACPHERSON
Scripps Howard News Service

As the only child of two attorneys, 13-year-old Theodore Boone knows more about the law than most adults.

Theodore dreams of going into the law himself, working as a trial lawyer and eventually becoming a judge. He already knows all the attorneys and judges in his small city of Strattenburg, and has even named his dog Judge. Theodore is so passionate about the law that he works as an amateur attorney, giving basic legal advice to friends.

But Theodore's hobby turns potentially deadly when he becomes involved with a key witness in a major murder trial. In "Theodore Boone: Kid Lawyer" (Dutton, $16.99, ages 8-12), best-selling author John Grisham details how Theodore sorts out a legal tangle that involves an illegal immigrant, a cold-blooded killer and a creepy private investigator who seems to be stalking Theodore.

"Theodore Boone" is the first children's novel by Grisham, whose 21 adult novels have 250 million copies in print and have been translated into 38 languages. Given Grisham's popularity, Dutton set a 1 million-copy first printing for "Theodore Boone," which is the first in a projected series about the "kid lawyer."

Just because an author is popular with adults, however, doesn't guarantee he or she can write for children. But, in "Theodore Boone," Grisham successfully translates his talent for writing fast-paced, emotionally gripping legal thrillers into a book that will have young readers whipping through the pages to see what happens next.

Grisham's depiction of Theodore Boone is the one mildly shaky element in the book. Theodore is both likable and interesting, and, while his passion for the law is unusual in someone so young, it certainly seems natural, given that both of his parents are attorneys.

But Theodore also is, at times, a bit too good to be true, especially in how he meekly adapts to his parents' rather heavy-handed efforts to control his schedule. And Grisham is just patently out of touch with middle-schoolers when he writes that Theo and his male friends weren't interested in girls, "and the girls felt the same way."

Yet young readers are likely to readily forgive such missteps because they'll be so engrossed in the story Grisham has written, which focuses on a high-profile murder trial that's the talk of Strattenburg. A well-known businessman named Peter Duffy is accused of killing his wife for her life-insurance money, and while many people think he's guilty, there's no real proof.

Then Theodore meets someone who may be able to provide that proof. But Bobby Escobar is an illegal immigrant and he's terrified that if he comes forward, he'll be deported. It's up to Theodore — and, eventually, his parents — to figure out how to see that justice is done without jeopardizing Escobar's desire to remain in the United States.

Most young readers won't have much prior knowledge of the law. Fortunately, that really doesn't matter as Grisham has a gift for clearly explaining legal procedures, whether it's the Duffy murder trial or the intricacies of freeing a dog from the pound via the city's animal court.

While Grisham's books for adults include a fair amount of violence, he steered clear of that in "Theodore Boone," choosing instead to build suspense in different ways. For example, the shady investigator working for Duffy seems to follow Theodore around, making readers wonder if Theodore is in danger.

Grisham said in a recent interview with the Raleigh (N.C.) News & Observer that he wrote "Theodore Boone" "because I really just wanted to see if I could do it. And I hope it will be somewhat instructional for the kids."

To see how kids liked his book, Grisham worked with the fifth-graders in his daughter Shea Grisham's class at the A.B. Combs Leadership Elementary School in Raleigh. Early in the process of writing "Theodore Boone," Grisham read the first two chapters to the class and asked for feedback.

Dutton, a division of the Penguin Young Readers group, is going all out to promote "Theodore Boone." In addition to movie trailers and TV ads, the publisher has put together a website, www.theodoreboone.com , which offers further information about the characters, plus instructional materials for teachers and librarians.

Grisham's already working on a "Theodore Boone" sequel, which is due out next year. Meanwhile, he'll publish another adult novel, "The Confession," this October.

Karen MacPherson, the children's/teen librarian at the Takoma Park, Md., Library, can be reached at Kam.Macpherson@gmail.com

Fonte: The Seattle Times
Imagem: Internet

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Exclusivo: John Grisham explica porque resolveu escrever ao público infantil

Ele é conhecido como o advogado de Memphis, cujo thrillers legais já venderam milhões de cópias no mundo todo. Agora, em uma entrevista exclusiva, John Grisham discute sua mudança radical escrevendo ficção para crianças.

Photo: HEATHCLIFF O'MALLEY

By Christopher Middleton

On Wednesday, June 9 at 7.30pm John Grisham will be talking about his new book, Theodore Boone, at a special Daily Telegraph/Waterstone’s event at The Royal Institution's Faraday Theatre, 21 Albemarle Street, London W1. Tickets are £12 each including a copy of the book (020 7851 2419).

Tilt your head just slightly in practically any bookshop anywhere in the world and you'll see the name John Grisham stretching out along the shelves. Over the past 20 years the former Memphis lawyer has become a byword for tight, taut thrillers, mostly set within the legal profession. As well as selling more than 250 million copies, roughly half his books have been turned into Hollywood films (The Firm, The Client, The Pelican Brief).

Now, though, he has brought out a law novel with a difference: one for children.

The latest in a long line of fictional Grisham heroes is 13-year-old Theodore Boone, who, as well as giving his name to the book, also dispenses legal advice to his classmates on everything from rescuing an impounded dog to helping parents stop their house from being repossessed. In between these tasks he uncovers sensational new evidence in the murder trial that has rocked the small town where he lives.

Should he pass on this red-hot information to the authorities, despite the mystery witness having begged him not to do so? Or should he keep his mouth shut and let a terrible miscarriage of justice take place? As in any Grisham novel for adults, the way Theodore copes with this dilemma provides the moral spine to the story, while all the twists and turns come from the plot.

So when invited to feature Theodore Boone, Young Lawyer as a Telegraph Family Book Club special, we leapt at the chance. As we did when asked if we'd like to interview the author – not in New York or Los Angeles – but in rural Virginia.

It's out here, amid the Blue Ridge Mountains, that Grisham and his wife Renée chose to settle during the Nineties, in a 200-year-old farmhouse that they intended to occupy for 12 months but where they are still living 16 years later.

We arrange to meet at his office in the nearby town of Charlottesville (population 40,000 and home to the handsomely pillared University of Virginia). His place of business turns out to be more art gallery than administrative headquarters, all sliding glass panels and Italian designer furniture. In addition, there are scores of photos and props from his films: the grandiose, carved desk that appeared in The Firm (starring Tom Cruise), the door of the office used by Reggie Love (the lawyer played by Susan Sarandon) in The Client.

The arrival of the man himself doesn't lower the aesthetic standards, either. He is wearing an open-necked, light blue shirt that matches the colour of his eyes and brings out his suntan. He looks a lot less buttoned-up and lawyerlike than his dust-jacket pictures.

Settling down on a crimson sofa, he concedes that there are good commercial reasons to write for children, not the least of which is to convert them to the Grisham brand early on. But he insists that his main motivation for dropping down a few age groups was to get young people as interested in reading as he was.

"My mum was never too keen on TV, so we kids all went to the library and got books out," he recalls in his light Southern drawl. "Right from the start, I loved the works of Mark Twain. Every time I read about Tom Sawyer, I'd go out and do something low-level naughty, just like him.

"So yes, I'm hoping primarily to entertain and interest kids, but at the same time I'm quietly hoping that the books [a Theodore Boone sequel has already been commissioned] will inform them, in a subtle way, about law. My daughter Shea is a teacher in North Carolina and when she got her fifth grade students to read the book, three or four of them came up afterwards and said they'd like to go into the legal profession. Which pleased me, I have to confess," Grisham says.

This is an admission that may come as a surprise to seasoned Grisham watchers, accustomed as they are to his line about the best moment in his legal career being the day he gave it up.

"It's true that I give off rather mixed messages about the law," he concedes. "On the one hand, I can honestly say I don't miss working in a law office. On the other hand I do enjoy watching the law and while the profession may have its problems, I have sold zillions of books out of magnifying them.

"On top of which, my son Ty has just finished law school and is now a practising lawyer."

At 13, Grisham's only ambition was to become a professional baseballer. While he never succeeded, he has left a lasting mark on the sport by peppering his books with baseball references and building his own junior ground.

Cove Creek Park sits in the middle of the Virginia countryside, 20 miles outside Charlottesville, on what used to be cow pasture, but is now six immaculately-mown baseball fields, with matching dugouts and pavilions.

So whereas most American children have to make do with bumpy dirt pitches and rusting wire fences, the youngsters of Albemarle County play their baseball on smooth grass, behind sturdy netting.

"Even if they've got baseball fields much closer to home, most parents I know choose to bring their kids here instead," says local mother Diana Rodriguez, as she watches her sons Ivan and Sergio practise their batting and pitching. "It's such a beautiful place to play."

And it's not just the facilities that are immaculate, but the behaviour, too. In line with the Grisham books, all swearing is forbidden (there's a large sign saying No Profanity), as is bad sportsmanship and tantrums.

"Because we're a private park, we can insist on certain standards," says Jennifer Williams, who has managed Cove Creek since it opened 15 years ago. "Mostly, though, it comes from the parents and the kids themselves, who know there is a certain level of conduct that is expected from them here.

"Right from the start, that was the way John wanted it. He believes that playing baseball is a great way for kids to develop character. He maintains they each need to win at least one game per season and lose at least one game, too."

Mind you, Grisham says, coming up with the philosophy was the easy part. The difficult bit was building Cove Creek.

"Getting through the rock proved a whole lot tougher than I had originally thought," he laughs, self-deprecatingly. "I think it was at the point where we started using dynamite that the budget really went up in smoke."

A reminder of the blasting work still stands at the park today, in the form of a large boulder with the sculpture of a baseball catcher on top, made out of scrap metal by one of the local parents.

"The hill it stands on is actually the height the ground here used to be before the blasting," Jennifer says. "We had to remove a lot of rocks like that one, let me tell you, in order to build this park."

Which meant that Grisham had to shift a fair-sized mountain of novels in order to pay for it all. But even though he financed Cove Creek Park's construction, and continues to subsidise its running today, there's not a mention of him to be found in the entire place. And this in a country where even the humblest Holiday Inn has a brass plaque bigging up the firm's founder.

"When you see John around, he just looks like a regular dad," agree the mothers of the Cove Creek Cubs. "Mind you, he never misses season opening day, and he's always around to do the end-of-season presentations. A lot of the time, too, he just comes to watch."

Which is how it all began in the first place, since the original idea came out of father Grisham having to drive long distances in order to take his children to play baseball or softball (the girls' version, also played at Cove Creek).

"At the time, there was nowhere around here for kids to play baseball," Grisham says. "The great thing now is that we're starting to get the second generation coming in, people who played as kids at Cove Creek are now bringing their kids to play, too."

You can tell by his proud beam how much satisfaction this brings. Not that baseball is the only cause to which Grisham contributes. He's a big supporter of the post-Hurricane-Katrina fund Rebuild The Coast, he funds a scholarship for southern writers at Mississippi University, and as a lifelong Democrat and a distant (fifth) cousin of Bill Clinton, he helped Hillary Clinton in her presidential campaign, putting on a big fund-raising event for her in Charlottesville.

By and large, though, he is as nonchalant about his philanthropic work as he is of his writing achievements, his general stance being that he is delighted but astonished to have done so well. Dig a bit further, though, and you find that he approaches the job of authorship in consistently businesslike fashion, and has not let himself get too grand to be edited.

"I know a few big writers who just hand in their manuscript and go: 'That's it, I'm done'," he says without naming names. "That doesn't mean I enjoy it when my pages come back with underlinings and question marks, but I've learnt over the years that if there is a problem with the text, it's usually best to fix it, rather than fight."

Someone who can testify to this from personal experience is Oliver Johnson, Grisham's UK editor for the past 20 years.

"There's no doubt that if John trusts you, he listens," Johnson says. "I had to do a complete rewrite of the cover blurb for Theodore Boone, because there were things he put in the finished text that weren't in the earlier drafts."

What boosted the rewrite count on this project, says Grisham, was the fact that he'd never before written for this age group (nine to 12 year-olds).

"I'd referred in my first draft to an earlier rape trial that Theo had attended. Only, my editors said that it was best not even to mention the word 'rape' in a book for kids this age, so I took their advice and removed the reference from the second draft. On the other hand, I was worried about putting anything into the plot whereby Theo might be in danger, or under threat, but my editors said 'Hey, don't worry, kids this age can cope with that'."

Hence the presence in the book of one Omar Cheepe, a particularly thuggish private investigator, who takes exception to Theo's meddling.

Two other characters also arrived late in the book's life. The first was Theo's school friend April Finnemore, introduced because, up until then, his closest confidant had been his 65-year-old Uncle Ike.

"They told me we needed to see more of Theo's friends on the page, so I put them there," Grisham says. "I also gave him a dog, though that was my wife's idea. She read through the final draft and said: 'I can't believe you've written a boy who's an only child and you haven't given him a dog!'"

Step forward, tail wagging, Judge the mongrel mutt, who eats breakfast each morning beside Theo (they like the same brand of cereal), after Mr and Mrs Boone, workaholic lawyers, have rushed off to the office.

So, far from being polished off in record time, Theodore Boone took the author just as long per page as any of his normal novels, working at the same pace as always.

"I write from 7am or 7.30am till noon each day," he says. "There are no phones and no faxes in the room, not a lot of light and not much of a view, either. I write straight onto the computer, but it's not connected to the internet, in case I get hacked into," Grisham says.

"Twenty years on, the books are still fun to write and I've still got lots of stories I want to tell, mainly about social injustice and people chewed up by the system. Every morning I wake at 6am or 6.30am, champing at the bit."

Not something he could have foreseen 40 years ago when, unlike young Theo, all he wanted to be was a professional sportsman. Luckily for thriller readers all over the world, those dreams were snuffed out early, although he still has the odd sporting highlight to remember. Asked for his best ever moment, he pauses for a second.

"Oh yes," he smiles, a warm glow spreading all over his face. "It was in a high-school football match, I was playing quarterback and I ran 80 metres past some large and extremely terrifying opponents to score a touchdown. There wasn't a large crowd there on the day, but the cheerleaders sure saw it. And that was enough."


Theodore Boone, Young Lawyer is published in hardback on June 3 by Hodder and Stoughton. The book is available from Telegraph Books for £11.99 plus £1.25 p&p. Call 08448711515 or visit books.telegraph.co.uk .

There is also a website at theodoreboone.co.uk, from which teachers wanting to explore the book’s ethical issues can download ready-made assembly and lesson plans


GRISHAM'S LAW

Where he stands on:

Fame and being recognised

“Quite often I can be in a bookshop, standing beneath a great big picture of myself and paying for a book with a credit card clearly marked John Grisham, yet no one recognises me. I often say I’m a famous author in a country where no one reads.”

The one-pen rule

“I always do book signings with the same blue pen. That way, if I add a personalised message to a book I’ve already signed, it’ll be in the same colour as my signature. It looks so much better.”

Having an editor close to home

“I always show my wife Renée my manuscripts and she’s always got some good suggestions. But she does love to make those big, round circles with her red pen.”

Theodore Boone – forever 13

“If the Theodore Boone books catch on, I’m going to write a whole series, but however many books I end up writing, Theo will always be the same age. That’s the secret of The Simpsons’ success — Bart never gets any older.’’

The Bournemouth connection

“I was once offered the chance to buy Bournemouth Football Club. It all started when my UK editor Oliver Johnson took me to a Chelsea match and, as a joke, I started cheering for the opposition, which was Bournemouth. Somehow it got reported in the papers that I was a big fan of theirs, and when the club got into financial difficulties, I was contacted and asked if I would like to take it over. It was a nice offer, but I declined.”

Fonte: Telegrah

quarta-feira, 26 de maio de 2010

"Theodore Boone" entre os mais vendidos

Theodore Boone: kid lawyer teve uma tiragem inicial de 1 milhão de cópias e já está entre os livros mais vendidos dos Estados Unidos
Site oficial do livro: http://www.theodoreboone.com/

terça-feira, 25 de maio de 2010

Crítica "Theodore Boone" no USA Today

Foto: Bob Krasner


By Carol Memmott, USA Today


John Grisham's new legal thriller, like the 17 that preceded it, revolves around a heinous crime. This time a man is on trial for strangling his wife.
One big difference — it's written for kids ages 8 to 12.

Theodore Boone: Kid Lawyer (Dutton, $16.99), in stores today, is the best-selling author's first book for young readers.

"After the first dozen or so legal thrillers — or any type of book that you write over and over — you quite naturally begin wondering if you can do something else," says Grisham.

In 2001, after writing 11 legal thrillers, he wrote A Painted House, a novel inspired by his childhood in rural Arkansas. Other non-thrillers, including non-fiction, followed.

"I didn't know if I could write for kids," says Grisham, "but I had a good story. I think everything goes back to the story. And I've been thinking about this story about a 13-year-old lawyer. One thing led to the other."

Theodore Boone isn't your typical kid. The fact that he dreams of one day being a judge or a lawyer — his beloved mutt is named Judge — has a lot to do with the fact that both his parents practice law.

His idea of a good time is watching trials at the courthouse. He doles out free advice to his schoolmates on divorce, custody, bankruptcy and an impounded dog.

Suspense builds when Theo gains evidence that can prove an accused man did kill his wife. He's sworn to secrecy, but if he doesn't tell what he knows, the man could go free.

"I was really not sure how suspenseful or how frightening to make the story," says Grisham, 55, who was careful with how he depicted the murder. "I really worried about it. I devised a crime scene and tried to make it as mild or as tame as possible. I didn't want bloodshed. You don't want to scare 10-year-olds."

First printing for Theodore Boone is 1 million copies. Grisham hopes the book is popular and plans a series even though he knows his deviations from the adult legal thriller genre sometimes don't sell as well.

"What I've learned by doing other books is that there is a very loyal fan base of people who just love the legal thrillers. The sales numbers kind of bear that out."

Those fans don't have long to wait. Grisham's The Confession is due from Doubleday in October.

Crítica "Theodore Boone" no Los Angeles Times

versão brochura (EUA)



John Grisham targets the younger set with the tale of a 13-year-old legal eagle.

by Susan Carpenter, Los Angeles Times

Like Carl Hiassen, Francine Prose and Susan Straight before him, John Grisham is paying attention to the younger set. His new legal thriller, "Theodore Boone: Kid Lawyer," is targeted at readers between 9 and 12, the age group otherwise known as tweens.

The main character of this novel, 13-year-old Boone, is slightly older than that, but as a bicycle-riding junior high schooler, he is definitely still a kid. Certainly, he's far from law school, let alone the bar exam, so what's with that title anyway?

Well, like the writer who created him, Boone has an unusual fascination with the legal system. The only child of two busy lawyers — one a divorce attorney, the other specializing in real estate — he has a dog named Judge and spends his free time at the local courthouse.

His interest in the law is so well known that classmates seek him out for legal advice and judges make special accommodations to speak with him. Boone even scores prime seats at the local murder trial in which a husband stands accused of killing his wife.

This, of course, is classic Grisham, if a little watered down. The author, who exploded into the marketplace with 1989's intricately murderous "A Time to Kill," has since published 23 books, many of which center around the characters and complications of the legal world.

Many of these books are violent, dealing with the seedy side of the law. Here, Grisham takes a lighter tack, as befits his audience.

Thus, while the novel's plot centers around a murder, it is a straightforward and bloodless strangulation. And there are no suspects other than the husband, who is likely to be acquitted.

The book's young readership means there isn't a whole lot of mystery in "Theodore Boone," but there is at least one unusual, au courant twist that comes when Boone is approached with evidence that could affect the trial's outcome.

This material is provided by an illegal immigrant who trusts Boone but fears he will be deported if he comes forward with what he knows. This dilemma results in some age-appropriate ethics wrestling for Boone, who must decide between betraying a confidence or letting a guilty man walk.

There is a lot of trial watching and explication of the legal process in "Theodore Boone" and, in some spots, it slows the book. This could have been deadly if not for Grisham's obvious love of the legal process and his gift for distilling its complexities into easy-to-understand layman's terms.

Especially interesting is his ability to make the law relatable to readers who probably have no understanding of how, or even if, it affects their daily lives.

Among the friends who seek Boone's legal advice are a girl who worries about the custody arrangements in her parents' divorce, a boy who fears his family's home will be foreclosed upon, another boy whose older sibling has been arrested for drug possession and, of course, the "hot" girl who never paid attention to Boone until she realized he could help her reclaim her dog from the pound.

While the counsel they seek isn't woven into the narrative as artfully as Grisham's adult readers might expect, it may not matter to the young audience "Theodore Boone" is meant to attract. At least, that's what the author is counting on. As for everyone else, they probably want to wait for Grisham's new adult novel "The Confession," which is scheduled to come out later this year.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Série "O Cliente"


Ficha técnica

A série "The Client", baseada no livro de John Grisham, foi ao ar na CBS entre Setembro de 1995 e Abril de 1996 com 21 episódios

Produtora: CBS
Duração: 60 min. cada episódio
Michael Filerman - Produtor executivo
Arnon Milchan - Produtor executivo
Judith Paige Mitchell - Produtor executivo
Robert Nathan - Produtor executivo
Tom Luce - Produtor
Lynn Raynor - Produtor
Paul Shapiro - Diretor
Judith Paige Mitchell - Roteirista

Elenco

JoBeth Williams - Reggie Love
Polly Holliday - Momma Love
John Heard - Roy Foltrigg
Ossie Davis - Judge Harry Roosevelt
David Barry Gray - Clint


Episódios

1 - 19/Set/95 A Perfect World
2 - 02 26/Set/95 Them That Has ...
3 - 03 10/Out/95 The Peach Orchard
4 - 04 17/Out/95 Drive, He Said
5 - 05 24/Out/95 The Burning of Atlanta
6 - 06 31/Out/95 Dear Harris
7 - 07 07/Nov/95 The Prodigal Father
8 - 08 14/Nov/95 Child's Play
9 - 09 21/Nov/95 Happily Ever After
10 - 10 19/Dez/95 The Way Things Never Were
11 - 11 09/Jan/96 Sympathy for the Devil
12 - 12 11/Jan/96 Motherless Child
13 - 13 16/Jan/96 Private Lives
14 - 14 30/Jan/96 Winning
15 - 15 06/Fev/96 The Morning After
16 - 16 19/Mar/96 Damn Yankees
17 - 17 26/Mar/95 The High Ground
18 - 18 02/Abr/96 Past Imperfect
19 - 19 09/Abr/96 The Good Samaritan
20 - 20 16/Abr/96 Money Talks

com informaçõe do epguides

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A firma



Ficha técnica

Título original: The Firm
Gênero: Ficção
Duração: 02 hs 34 min
Ano de lançamento: 1993
Estúdio: Paramount Pictures
Distribuidora: Paramount Pictures / UIP
Direção: Sydney Pollack
Roteiro: David Rabe, Robert Towne e David Rayfiel, baseado em livro de John Grisham
Produção: John Davis, Sydney Pollack e Scott Rudin
Música: Dave Grusin
Fotografia: John Seale
Direção de arte: John Willett
Figurino:Ruth Myers e David Page
Edição:Fredric Steinkamp e William Steinkamp

Sinopse

Mitch McDeere é um advogado recém-formado que recebe uma proposta milionária para trabalhar em uma firma de advocacia. A medida que o tempo vai passando, ele percebe que a empresa, na verdade, serve de fachada para lavar dinheiro da máfia, e que todos os advogados que saíram, ou tentaram sair da firma, morreram de forma misteriosa.

Elenco

Tom Cruise (Mitch McDeere)
Jeanne Tripplehorn (Abby McDeere)
Gene Hackman (Avery Tolar)
Hal Holbrook (Oliver Lambert)
Terry Kinney (Lamar Quinn)
Wilford Brimley (William Devasher)
Ed Harris (Wayne Tarrance)
Holly Hunter (Tammy Hemphill)
David Strathairn (Ray McDeere)
Gary Busey (Eddie Lomax)
Steven Hill (F. Denton Voyles)
Barbara Garrick (Kay Quinn)
Paul Sorvino (Tommie Morolto)


Prêmios e nomeações

Oscar 1994 (EUA)
Indicado nas categorias de melhor atriz coadjuvante (Holly Hunter) e melhor trilha sonora.

BAFTA 1994 (Reino Unido)
Indicado na categoria de melhor atriz coadjuvante (Holly Hunter).

MTV Movie Awards 1994 (EUA)
Indicado nas categorias de melhor atuação masculina (Tom Cruise) e homem mais desejável (Tom Cruise).

People's Choice Awards 1994 (EUA)
Venceu na categoria de filme dramático favorito.

Curiosidades

- O automóvel Mercedes que o personagem McDeere recebe da "firma", foi oferecido como presente para Tom Cruise ao término das filmagens.
- Robin Wright Penn recusou o papel que acabou com Jeanne Tripplehorn.
- Jason Patric recusou o papel de Mitch.
- Na época em que A Firma foi lançado, o nome do ator Gene Hackman não aparecia no material promocional do filme

Trailer



Com informações do Adoro Cinema e Wikipédia

quarta-feira, 12 de maio de 2010

John Grisham desenvolve seriado "A Firma"


A Firma de John Grisham pode finalmente tornar-se uma série de Tv após 20 anos de lançamento do livro e depois de ter ido as telonas através da direção de Sydney Pollack e Tom Cruise no papel principal. Lukas Reiter havia previamente escrito o roteiro para a CBS que desistiu da adaptação, agora Reiter está escrevendo um novo roteiro que está sendo negociado com redes de Tvs a cabo. Reiter e Grisham são produtores executivos e já existe interesse de pelo menos uma rede.

Em 1995, o livro O Cliente foi adaptado e uma temporada foi exibida na CBs. Em 2003, a ABC apresentou um piloto baseado em O Advogado.

domingo, 2 de maio de 2010

Leia o primeiro capitulo de Theodoro Boone

Clique aqui para ler o primeiro capítulo do novo livro de John Grisham, Theodore Boone: Kid Lawyer, disponibilizado pela Penguin Pubisher. O livro será lançado dia 25 de maio nos Estados Unidos

[em inglês]

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Leia um trecho de Ford County


Clique aqui para ler um conto - “Fetching Raymond (O atraente Raymond)” - do livro Ford County , disponibilizado pelo The Daily Beast.

[em inglês]

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Jornalista italiano inventou entrevista com John Grisham e a de outros 24 escritores

Foto: Grant Delin - EW

Tommaso Debenedetti publicou em jornais italianos falsas entrevistas a Philip Roth, John Grisham, Saramago e outros escritores mundialmente conhecidos. Foi descoberto

Até há pouco tempo, Tommaso Debenedetti era um jovem jornalista italiano, freelancer, com uma carreira em ascensão. No seu currículo tinha entrevistas a escritores como Gore Vidal, Herta Müller, John Le Carré, Philip Roth ou John Grisham, publicadas na imprensa italiana. A fama mundial chegou este mês mas não pelas melhores razões: Debenedetti é uma fraude e as suas entrevistas foram todas inventadas.

As primeiras suspeitas surgiram quando, a 26 de Fevereiro, a jornalista Paola Zanittini do La Repubblica entrevistou Philip Roth e questionou-o sobre declarações suas a outro diário italiano, Libre, em que criticava duramente Obama, chamando-o "antipático, ineficaz e deslumbrado pelos mecanismos do poder". O autor de A Mancha Humana reagiu: "Nunca disse tal coisa. É grotesco. Escandaloso. Penso exactamente o contrário." Quando Paola Zanutttini publicou o seu artigo, na Itália, as reacções mais violentas vieram da blogosfera. Maurizio Belpietro, director do Libre, pediu desculpa pelo sucedido e mandou retirar a entrevista do site.

Poderia ter sido só isto. Mas Philip Roth tratou de procurar no Google e descobriu, não só, que já em 2006, John Le Carré tinha desmentido ao The Guardian uma entrevista que teria dado a este jornalista, como encontrou outras entrevistas feitas por Tommaso Debenedetti que lhe pareceram igualmente "pouco plausíveis" - como aquela em que John Grisham também criticava o Presidente americano. Não demorou muito até os agentes dos dois escritores chegarem à conclusão que estavam perante um criminoso que, aproveitando-se do facto de escrever em italiano, uma língua que os seus "entrevistados" não dominam, se dava ao luxo de inventar conversas com escritores mundialmente famosos. E o caso só não avançou para o tribunal porque os dois autores, apesar de muito zangados, acharam que teriam de despender muito tempo, dinheiro e viagens a Itália para resolverem o assunto.

Mas a história continua. A 5 de Abril, a revista New Yorker denunciou o caso e a jornalista Judith Thurman continua a telefonar para escritores para averiguar se foram ou não entrevistados por Debenedetti. A lista já tem já 25 nomes, incluindo Günter Grass, Le Clézio, V. S. Naipul, Amos Oz, Elie Wiesel ou Toni Morrison.

A princípio, Debenedetti explicou que tinha feito a entrevista a Roth por telefone e que não conseguia encontrar a gravação. Mas, perante os factos, calou-se. Nascido em 1969, em Roma, Tommaso Debenedetti é filho de Antonio Debenedetti, escritor e crítico bastante respeitado que publica no Il Corriere della Sera, e neto de Giacomo Benedetti, um dos mais importantes críticos literários do século passado. Além do Libre, tem publicado artigos e entrevistas a escritores e intelectuais em jornais locais como Mattino, Il Piccolo, QN - Quotidiani nazionali, Il Giorno, Il Resto del Carlino, La Nazione.

Maria João Caetano para o Diário de Notícias

A Painted House

Ficha Técnica

Ano de produção: 2003
Duração: 120 min.
Direção: Alfonso Arau
Site oficial: http://www.cbs.com/specials/painted_house/

Sinopse

Baseado no romance semi-autobiográfico de John Grisham (que ele considerava como seu favorito, porque "não contém advogados"), A Casa Pintada é se passa na comunidade rural de Oak Park, Arkansas, em 1952.

A história é contada através dos olhos de Luke Chandler (Logan Lerman), que vive e trabalha em uma fazenda de algodão degradada com seus pais (Robert Sean Leonard e Arija Bareikis) e avós (Scott Glenn e Melinda Dillon). Lucas tem uma missão pessoal de ganhar bastante dinheiro colhendo algodão para ser capaz de dar uma nova demão de tinta para a casa de Chandler. Mas conforme se aproxima o tempo da colheita, uma série de complicações deixa Lucas distante de seu objetivo.

Filmado em uma locação na cidade Lepanto, no Arkansas, A Casa Pintada foi ao ar 27 abril de 2003 no canal CBS.

Elenco

Logan Lerman – Luke Chandler
Scott Glenn – Pappy Chandler
Robert Sean Leonard – Jesse Chandler
Arija Bareikis – Kathleen Chandler
Melinda Dillon – Gran Chandler
Audrey Marie Anderson – Tally Spruill
Pablo Schreiber – Hank Spruill
Geoffrey Lewis – Spruill
Diane Delano – Mrs. Spruill
Michael Shamus Wiles – Stick
Miguel Perez – Miguel
Luke Eberl – Trot
Kiersten Warren – Stacy
Luis Garcia
Luis Garcia
Sean Jones
Richard Crowe
Rick Crowe
Neva Howell
Liz Byler
Donna Denley
Don Pirl
Silas Weir Mitchell

Prêmios e indicações

Emmy (Patrick Kevin Burns, Orr Todd e Magal Itzhak para Melhor Mixagem de Som para Minissérie ou Filme)

Young Artist Award (Logan Lerman de Melhor Performance em um filme de TV, Minissérie ou Especial)
Trailers